Projeto 365 dias: dia 14 – Museu do Expedicionário

Hoje aproveitei meu horário de almoço para conhecer o Museu do Expedicionário, um dos mais completos museus temáticos brasileiros sobre a segunda guerra mundial do Brasil. Tenho duas dicas, para começar: primeira, não vá num curto horário de almoço; segunda, não vá num dia de calor intenso. Isso porque o museu tem um acervo enorme de documentos, fotografias, mapas, ilustrações, recortes de jornais da época, medalhas, uniformes, equipamentos, armas, munições e objetos que foram utilizados pela Força Expedicionária Brasileira (FEB), Força Aérea Brasileira (FAB) e pela Marinha de Guerra do Brasil. O que o museu não tem é ar condicionado (pretendo voltar num dia mais fresco com tempo suficiente para explorar com calma o acervo).

A casa onde fica o museu, projeto do engenheiro Euro Brandão, foi construída após o fim da Segunda Guerra Mundial, pelo esforço dos expedicionários paranaenses, através da promoção de festas, rifas e doações. Inaugurada em 1951, a sede tinha como objetivo prestar assistência médica, odontológica, social, jurídica e previdenciária para os ex-combatentes e seus familiares. Tornou-se também um local para eventos sociais, culturais, educacionais e recreativos.

A Legião Paranaense do Expedicionário ajudava também na compra de medicamentos, já que muitos voltaram da guerra mutilados ou com tuberculose e não tinham condições de arcar com esse custo. Ainda buscava recolocar no mercado os desempregados e chegava até a emprestar dinheiro. O objetivo era amparar os expedicionários e, em retribuição, após recuperados, que começassem a colaborar com a LPE.

Com o passar do tempo, os serviços assistenciais deixaram de ser necessários, o museu foi ampliado e em 29 de julho de 1980 sua administração e conservação passaram a ser de responsabilidade da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná.

Na Praça do Expedicionário (popularmente conhecida como “Praça do avião”, local onde fica o museu, estão expostos um tanque de guerra, um avião Thunderbolt e outros equipamentos de guerra utilizados no conflito mundial.

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O P-47 Thunderbolt exposto na Praça do Expedicionário é uma rara relíquia preservada que foi originalmente empregada pelo 1° Grupo de Caça na Itália. Informações sobre a aeronave: Bombas: são originais e vieram para Curitiba armadas (atualmente desativadas); Metralhadoras: réplicas das originais; Canopy: réplica, o original foi destruído por vandalismo na década de noventa; Cockpit: após o vandalismo do canopy, o cockpit foi retirado e transferido para o interior do museu; Lançadores de foguete: réplicas dos originais; Trem de pouso: foi retirado para aliviar a estrutura elevada; Pintura: refeita bianualmente.

 

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Ao lado das três bandeiras, um majestoso pinheiro, símbolo do Paraná.

 

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Um canhão, um tanque, uma âncora, um torpedo e um avião representam a presença das Forças Armadas no conflito mundial (Exército, Marinha e Aeronáutica).

 

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Na frente dos três mastros das bandeiras há uma lápide que registra os nomes dos vinte e oito veteranos paranaenses mortos em combate, uma homenagem da LPE (Legião Paranaense do Expedicionário).

 

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Uma escultura em pedra sabão no alto do prédio do museu representa uma patrulha da infantaria em ação.

 

2015/01/img_2392.jpgNão é permitido fotografar ou filmar o interior do museu.

Museu do Expedicionário

Rua Comendador Macedo, 655 (Praça do Expedicionário) – Alto da XV

CEP 80060-180 | Curitiba | Paraná | Brasil

Telefones: (41) 3362 8231 | 3263 4067

E-mail: mexp@seec.pr.gov.br

Horário de visitação

De terça a sexta-feira, das 10h às 12h e das 13h às 17h

Sábado e domingo, das 13h às 17h

Entrada gratuita

Projeto 365 dias: dia 13 – Frustração curada com hambúrguer e cerveja

O plano para essa terça-feira era assistir ao show de música celta (adoro) da banda Clan Mac Norse no Teatro Paiol – mais uma tentativa minha de prestigiar os eventos da 33ª Oficina de Música de Curitiba.

Saí do escritório às 18h e fui o mais rápido que pude para o Paiol, mas ao chegar lá os ingressos para o show, que aconteceria às 18h30, já estavam esgotados. Em frente ao teatro, várias outras pessoas tão frustradas quanto eu.

Marido e eu fomos então conhecer a hamburgueria Cidadão do Mundo, no bairro Água Verde.

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Gostamos muito do lugar! Marido pediu o hambúrguer que é o carro-chefe da casa, o Zinedine Zidane, que leva gorgonzola e cogumelos salteados.

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A minha escolha foi o Frida e Diego, inspirado na culinária mexicana, acompanhado de guacamole, chipotle e jalapeño. Foi criado para o CWBurguer Fest do ano passado, mas que continua sendo servido. Assim como todas as opções do cardápio, essa também pode ser pedida com hambúrguer vegetariano, feito com cogumelos. A versão original também leva bacon, que eu pedi para não colocarem no meu.

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Gosto muito de hamburguerias que permitem modificações nas escolhas do cardápio. Na Cidadão do Mundo, ao perguntar se podia substituir o hambúrguer tradicional pelo vegetariano e tirar o bacon, ouvi minha frase preferida: “aqui você é quem manda”. 🙂

Além do atendimento simpático, uma decoração bacaninha e uma geladeira com boas opções de cerveja completa o cenário.

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Ah! Para melhorar, às terças-feiras rola uma promoção para casais, que ganham 30% de desconto nos pratos.

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Mais uma boa opção em Curitiba, e esse hambúrguer com certeza já está na lista dos meus preferidos!

Projeto 365 dias: dia 12 – Curtindo a casa

Meu plano para hoje era assistir a um concerto de música de câmara na Capela Santa Maria. Mas, quando chegou o horário de sair, começou a se armar uma tempestade assustadora.

Então decidi ficar por aqui mesmo, preparar um lanche e curtir minha casinha com o marido.

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Dia desses vi um anúncio de um clube de vantagens dizendo algo como “os lugares mais legais de Curitiba não incluem o sofá da sua casa”. Obviamente o publicitário que teve a ideia para essa campanha não conhece o meu sofá…

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Amanhã volto a explorar o mundo lá fora, mas por hoje estou feliz aqui recebendo um pouco de amor felino. Fique com esse selfie da Samantha para alegrar seu coração também.

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Projeto 365 dias: dia 11 – Parque Estadual Vila Velha

O programa desse domingo foi um piquenique e trilha num lugar que não visitava havia muitos anos: o Parque Estadual Vila Velha, em Ponta Grossa-PR, na companhia do marido, amigos e minha mãe. ❤

Devido a uma forte dor de cabeça, hoje vou deixar esse post só com algumas fotos do delicioso passeio, e amanhã escrevo a respeito. 🙂

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Projeto 365 dias: dia 10 – almoço japa e Gênesis no MON

O almoço de hoje foi no King Temaki do Juvevê. O atum selado estava delicioso!

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Em seguida fomos ao Museu Oscar Niemeyer (Museu do Olho), ver a incrível exposição Gênesis, de Sebastião Salgado.

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Gênesis é uma exposição inédita do premiadíssimo fotógrafo Sebastião Salgado, em cartaz no Museu Oscar Niemeyer até 15 de março de 2015. Ao longo de oito anos de trabalho, Salgado viajou para 32 regiões extremas, nas quais registrou imagens de diferentes ecossistemas em cinco seções geográficas: Planeta Sul, Santuários, África, Terras do Norte, Amazônia e Pantanal.

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Para realizar o projeto fotográfico, Sebastião Salgado viajou de avião, de helicóptero, de ônibus, de barco, de balão (única forma de se aproximar de alguns animais sem assustá-los) e a pé. Fotografou paisagens incríveis que remetem aos primórdios do planeta, desertos, vulcões, selvas, montanhas, icebergs, e também os animais que habitam esses locais: elefantes africanos que fogem do contato humano, cientes dos riscos que representa; colônias de milhares de pinguins; baleias e outros gigantescos animais marinhos; jacarés; leopardos; pássaros de impressionante envergadura e outros. Também fazem parte do acervo imagens de comunidades primitivas que conservam ainda hábitos ancestrais, como a isolada tribo Zo’e, identificada pelo longo ornamento labial, que vive nas profundezas da floresta amazônica no norte do Brasil.

Nesse projeto, o inconfundível preto e branco do mineiro se afasta da denúncia da desigualdade social de projetos anteriores  – Trabalhadores e Êxodos – para prestar uma homenagem à natureza, mas também com o objetivo de alertar a humanidade sobre o risco de perder esse patrimônio intangível. A mostra, muito bem organizada pela curadora e esposa do artista, Lélia Wanick Salgado, também chama atenção para o trabalho desenvolvido pelo casal na área ambiental.

Na década de 90, os dois começaram a cuidar de uma propriedade da família no vale do Rio Doce, onde a farta vegetação de outrora, em razão do desmatamento e da erosão, foi substituída por uma terra seca em que nem pasto brotava mais. Lélia teve a ideia de recriar a floresta com espécies locais. Ao longo de 15 anos, o local foi coberto de verde e os animais retornaram. A propriedade reflorestada transformou-se em ONG, o Instituto Terra, que visa a recuperação da Mata Atlântica. Dessa experiência, nasceu também o programa Olhos D’Água, iniciativa reconhecida pela ONU que pretende, nos próximos 25 anos, proteger todas as nascentes do Rio Doce, um dos principais reservatórios de água do Brasil. “Depois de um tempo, vimos tudo começar a nascer de novo. Retornaram os pássaros, os insetos, os bichos. Começou a voltar vida para todo lado dentro da minha cabeça e, assim, veio a ideia de fotografar o Gênesis. Fui para a vida, para o que tem de mais fabuloso no planeta”, conta o artista.

Em suma, vale a pena visitar. Apenas alerto para um possível efeito colateral: a vontade de viajar pelo mundo tende a ficar ainda mais insuportável depois de ver imagens tão incríveis.

Serviço

“Genesis” – Sebastião Salgado
Data: 06 de novembro de 2014 a 15 de março de 2015
Salas: 04 e 05

Museu Oscar Niemeyer
Rua Marechal Hermes, 999, Centro Cívico
Terça a domingo, das 10h às 18h
R$6,00 e R$3,00 (meia-entrada)
Menores de 12 anos e maiores de 60 anos tem entrada franca

Projeto 365 dias: dia 09 – Quando a gente sai para valorizar a volta

Após uma noite de insônia seguida de um dia cansativo, a sexta chegou ao fim e eu não tinha feito nada de diferente. Não poderia deixar o Projeto fracassar já no nono dia, mas estava tão cansada…

De repente, um conhecido publicou no Facebook uma foto da R. São Francisco, que fica aqui perto de casa e tem vários bares legais. Bombando, super animada. Sugeri ao marido, ele topou e lá fomos nós.

Pegamos uma fila razoável no bar Negrita para conseguir nossos chopes. Encontramos uns conhecidos e ficamos batendo papo. O chope acabou, e as filas de todos os bares estavam gigantescas. A rua lotada, as pessoas esbarrando na gente. Um calor insuportável.

Lembramos nossa casinha confortável, cheirosa, com cerveja de qualidade na geladeira, sem fila, sem fumaça de cigarro ou de qualquer outro tipo, onde estamos sempre em boa companhia – algo que as pessoas estão procurando no meio da aglomeração, e que a maior parte delas não vai encontrar. Pude ver o alívio em seus olhos quando sugeri ao marido: “vambora?”

Gostamos de sair, de ver gente, de fazer coisas diferentes, de curtir o movimento. Adoramos a R. São Francisco. Mas algumas vezes, ao nos depararmos com aglomerações extraordinárias, cansados, diante de filas intermináveis, a melhor parte da saída é voltar pra casa!

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Projeto 365 dias: dia 08 – Visita a pessoas que amo!

Hoje foi dia de visitar minha afilhada Laura e seus pais, meus queridos amigos e compadres Su e Carlos. Pizza e conversa boa: receita perfeita para uma quinta-feira feliz!

Esqueci de tirar uma foto enquanto estava lá, mas ao voltar a casa fotografei o presentinho fofo que ganhei da Laura, feito por ela mesma: uma gatinha de biscuit, inspirada na Samantha!

Vejam a obra de arte junto à modelo que a inspirou:

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E a mini-Samantha ganhou um lugar junto aos gatos mexicanos na estante:

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Muitos momentos da vida são especiais por causa das pessoas que fazem parte deles. Que possamos sempre preservar os laços com quem nos faz bem! ❤️

Walt Disney World parque a parque – Hollywood Studios

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O chapéu de feiticeiro do Mickey, inspirado no filme clássico Fantasia, da década de 1940, é o símbolo do Hollywood Studios desde 2001, quando foi colocado no parque para comemorar o centenário de Walt Disney. Porém, os administradores do parque informaram que ele será retirado em 2015. Ainda não sabemos pelo que ele será substituído.

O segundo parque que visitamos em nossa viagem a Orlando, e o meu preferido entre os da Disney, foi o Disney’s Hollywood Studios (antigo MGM). Inaugurado em 1º de maio de 1989, ele é o menor dos quatro parques do Disney World na Flórida, e prova que tamanho não é documento!

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Dedicado ao cinema, o parque é dividido em seis áreas: a Hollywood Boulevard é como se fosse a Main Street do Hollywood Studios, uma rua ambientada nos anos 50 que começa na entrada do parque, e vai até a praça com o grande chapéu de feiticeiro do Mickey, que é hoje o símbolo do parque (mas será removido em 2015); a Echo Lake, uma área em torno de um pequeno lago,com um dinossauro dentro; a Streets of America, com fachadas que lembram as cidades de Nova Iorque e San Francisco; a Animation Courtyard, que abriga algumas atrações baseadas nos filmes animados da Disney; a Pixar Place, dedicada aos filmes e personagens criados pela Pixar Animation Studios; e a Sunset Boulevard, inspirada na rua homônima que atravessa as cidades de Los Angeles e Beverly Hills, na Califórnia.

Veja as atrações que conhecemos nesse parque e o que achamos delas:

– Rock ‘n’ Roller Coaster Starring Aerosmith: a montanha-russa do Aerosmith é uma das atrações mais divertidas do parque.

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Em frente à atração, somos saudados por uma guitarra vermelha gigante (uma Fender Stratocaster). Depois da fila, adentramos o edifício que reproduz os escritórios e estúdios de gravação da gravadora G-Force Records. Numa sala com vista para o estúdio de gravação, vemos os membros do Aerosmith terminando uma sessão de gravação. A empresária da banda, interpretada por Illeana Douglas, informa que eles estão atrasados para um show. Steven Tyler lamenta ser forçado a deixar os fãs e consegue ingressos para o backstage. A empresária pede uma limousine super longa para irmos ao “Forum” (famosa casa de shows de Los Angeles). Saindo do estúdio de gravação, passamos por um beco até embarcar na “limousine”.

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A limo para na entrada de um túnel, onde aguardamos uma contagem regressiva. O carro é lançado para dentro do túnel enquanto ouvimos canções da banda diretamente de alto-falantes instalados no carrinho, que acelera de 0 a 92 km/h em 2,8 segundos. A montanha-russa passa por três inversões, num percurso que pretende simular as freeways de Los Angeles. A atração termina quando a limousine chega aos bastidores do show do Aerosmith, deixando-nos num tapete vermelho. Imperdível!

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Nossa primeira vez na Rocn’n’Roller Coaster.
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Nossa segunda vez na Rock’n’Roller Coaster. O rapaz atrás de mim mandando um cumprimento vulcano.
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Nossa terceira vez na Rock’n’Roller Coaster. Já deu pra soltar os braços. O rapaz atrás do André parece entediado.

– The Twilight Zone Tower of Terror: a Torre do Terror é outra atração absolutamente imperdível do parque. Inaugurada em 1994, a atração já foi aperfeiçoada diversas vezes.

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A torre vista de fora. Dá para ver quando as janelas se abrem e as pessoas lá dentro gritam antes de o elevador despencar!
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A decoração no interior da Torre é incrível.

Ao entrar no prédio do antigo hotel, perfeitamente ambientado, somos conduzidos à sala da biblioteca, onde assistimos a uma apresentação de Rod Serling (criador e narrador da série “The Twilight Zone”), descrevendo os eventos ocorridos no local, onde um fenômeno sobrenatural provocou o desaparecimento de cinco hóspedes no Halloween de 1939.

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Hall de entrada
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Hall de entrada

Em seguida, caminhamos até a sala de manutenção do elevador, que continua em operação. Já dentro dele, recebemos as instruções do funcionário do hotel, que informa, em tom irônico e sombrio: “se precisarem de algo, não hesitem em gritar”.

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Os funcionários perfeitamente caracterizados.

O elevador nos conduz pelos corredores do prédio, onde vários efeitos especiais tornam a jornada incrível. Finalmente, o elevador sobe ao topo do edifício, no 13º andar, abre as janelas, possibilitando que vejamos de que altura despencaremos a seguir… Essa é só a primeira queda, pois o elevador volta a subir, abrir as janelas e despenca novamente! Em 1999, a atração passou por uma renovação e, desde então,  a queda é programada de modo aleatório pelo computador. Assim, cada experiência é única, pois nunca se sabe em qual andar o elevador vai parar. Sensacional!

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A moça empolgada de regata vermelha e braços para o ar sou eu.

– Star Tours: junto com as duas atrações anteriores, esse simulador do filme Star Wars, criado com a ajuda do diretor George Lucas, forma a tríade das atrações mais imperdíveis do parque. Depois de passar pelos robôs “C3PO” e “R2D2” e por um vilarejo Ewok, entramos na nave que será conduzida pelo atrapalhado robô humanoide RX-24. Muito divertida!

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– Fantasmic! Como o Hollywood Studios é um parque pequeno, muita gente vai embora cedo, e acaba não vendo o espetáculo Fantasmic. Não faça isso! Esse é o mais diferente dos shows da Disney, misturando projeções em cortinas d’água, personagens, luzes, cenários, fogos… É indescritível e mágico! Infelizmente nesse dia acabou a minha bateria então não consegui fotografar. De qualquer maneira, não creio que alguma foto faça jus ao que você verá lá!

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– Toy Story Mania! Atração nova e muito bem feita, desde a fila interativa. Cada carrinho comporta até 8 pessoas, e cada uma recebe óculos 3D e deve usar a pistola a sua frente para acertar alvos e acumular pontos. Embora seja mais infantil, é divertida e vale a pena, mas o FastPass+ é fundamental, pois as filas são gigantescas.

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Pela área do Toy Story, circulam esses simpáticos e hilários soldados de plástico.

– Lights, Motors, Action!® Extreme Stunt Show: esse espetáculo superou minhas expectativas. Vários carros, motocicletas  e jet-skis fazem acrobacias incríveis diante dos nossos olhos. A área comporta até 5.ooo pessoas para assistirem o show, que simula a gravação de um filme de ação. Imperdível!

– Muppet*Vision 3-D: o filme é antiguinho e os efeitos estão bem desatualizados. Só veja se sobrar tempo, afinal, é um clássico.

– Walt Disney: One Man’s Dream: essa atração mostra como Disney desenvolveu sua obra. Conta com réplicas, projetos e até mesmo a reprodução do escritório de Walt Disney. Legal para quem é fã.

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Disney e eu – o encontro de dois visionários.

Fomos ainda a algumas atrações mais sem graça que nem merecem ser mencionadas. Perdi outras às quais queria muito ter ido – fica para a próxima: o musical da Bela e a Fera, o show com as aventuras de Indiana Jones e The Great Movie Ride, uma grande tela que relembra os melhores filmes já produzidos. Para ver a Bela e a Fera eu teria que abrir mão de um FastPass+, o Indiana Jones foi no mesmo horário que oLights, Motors, Action!® e a Great Movie Ride já estava fechada quando chegamos a ela. Uma pena.

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O parque já estava fechando e eu achava que nada mais de mágico iria acontecer naquele dia. Mas então o donut gigante com cobertura de chocolate aconteceu. ❤

Amamos esse parque e certamente voltaremos um dia!

Projeto 365 dias: dia 07 – Solar do Barão ou “De traidor a herói da pátria – Resgate da memória do Barão do Serro Azul”

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Solar do Barão – Fotografia do site da Fundação Cultural de Curitiba

O texto é longo, mas justifico-me por tratar-se de uma história apaixonante. Aliás, como seria mais fácil – ao menos para mim – aprender sobre a História (com letra maiúscula) se, em vez de apresentada como uma série de datas e nomes de generais, ela fosse sempre contada assim: como a história da vida de pessoas de carne e osso, das escolhas que fizeram e as consequências que sofreram.

Hoje visitei um lugar ao qual não ia há muitos anos: o Solar do Barão, localizado na Rua Presidente Cavalcanti, no Centro de Curitiba. A visita já vale pelo simples fato de estar entre as paredes que abrigaram um grande homem, que teve participação relevantíssima na história do Paraná e de sua capital, e – por que não? – do próprio país. Além disso, o local abriga um complexo cultural que reúne diversas unidades relacionadas às artes gráficas: o Museu da Fotografia, o Museu da Gravura, o Museu do Cartaz e a Gibiteca. Várias exposições interessantes acontecem por lá.

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Gibiteca de Curitiba.
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Exposição no Museu da Gravura de Curitiba, um dos espaços culturais abrigados no Solar do Barão.

Não é um castelo medieval na Europa, mas a história que o Solar retrata tem algo de muito especial: ela é nossa. Vamos viajar ao passado então? Não sou historiadora, e sei que a História comporta diferentes visões para os mesmos fatos. Convido quem desejar a contribuir com outros fatos e pontos de vista e, especialmente, a me alertar caso haja algum equívoco no texto a seguir.

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Detalhe do Solar do Barão.

O Solar começou a ser construído em 1880, para servir de residência ao parnanguara Ildefonso Pereira Correia, o Barão do Serro Azul. O projeto do palacete de três pavimentos é de autoria dos construtores italianos Ângelo Vendramin e Batista Casagrande, que idealizaram o edifício como um exemplar do ecletismo, estilo que mistura tendências arquitetônicas de períodos diversos.

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À direita, o Solar do Barão, construído em estilo eclético em 1880. À esquerda, o Solar da Baronesa, construído em 1894, seguindo o padrão estético do prédio principal.

A imponência da construção expressava o status social do Barão, importante empresário, político e intelectual da cidade. Fundador do engenho de erva-mate Tibagi, no bairro Batel, investiu também no setor madeireiro e foi um dos fundadores da Associação Comercial do Paraná. Visionário, absorvia as inovações tecnológicas que surgiam e não eram assimiladas pelas demais empresas ervateiras. Foi presidente e vice-presidente da Câmara Municipal de Curitiba, deputado provincial, suplente de juiz em Antonina, assessor do presidente Taunay. Dentre outras contribuições sociais da época, colaborou com as obras do Passeio Público, fundou a Imprensa Paranaense e foi fundador benemérito e primeiro presidente do Clube Curitibano. Integrou a comissão que recepcionou D. Pedro II, em visita a Curitiba, em 1880, ano em que recebeu o título de Barão do Serro Azul. Abolicionista convicto, comandou a campanha de arrecadação de fundos para a abolição da escravatura no município. São tão numerosos os seus feitos na política e na atividade empresarial que é preciso esclarecer que os aqui elencados representam apenas uma modesta parte de sua biografia. Aos 26 anos de idade, casou-se com sua prima Maria José Correia, conhecida como Nhá Coca, mulher culta e inteligente com quem teve três filhos: Efigênia, Maria Clara e Ildefonso.

Entre os anos de 1893 e 1895, o sul do Brasil serviu de cenário para os violentos combates da Revolução Federalista, iniciada no Rio Grande do Sul, travada entre os federalistas (maragatos) e os republicanos (chimangos ou pica-paus). Resumidamente, os federalistas, que queriam uma maior autonomia do Rio Grande do Sul, defendiam a criação de um regime parlamentarista, nos moldes do que existiu no Segundo Reinado, iniciado com a declaração de maioridade de Pedro de Alcântara. Os republicanos, por outro lado, defendiam um presidencialismo forte e centralizador, no estilo do Marechal Floriano Peixoto, que assumiu o governo após a renúncia do primeiro presidente da República, Marechal Deodoro da Fonseca.

Extrapolando as fronteiras gaúchas e avançando por Santa Catarina, em janeiro de 1984, os revoltosos decidiram invadir o Paraná, levantando a bandeira pela derrubada do presidente Marechal Floriano do poder. Pelo caminho, contaram com a adesão de parte da população local, especialmente os trabalhadores rurais, insatisfeitos com as condições de trabalho no campo.

Ao saber da proximidade dos maragatos, o então presidente do estado, Xavier da Silva, alegando problemas de saúde, pediu licença do cargo. Vicente Machado, o vice em exercício, transferiu a capital para Castro, sua cidade natal, e seguiu para lá imediatamente. Por fim, o general Pego, comandante militar da cidade, fugiu abandonando trens carregados de material bélico.

Abandonada por suas autoridades e pelas tropas legalistas, Curitiba passou a ser governada pelo Barão do Serro Azul, que assumiu o controle de uma Junta Governativa com o objetivo de preservar a ordem e garantir a integridade das famílias que ficaram na cidade. A passagem dos maragatos pela Lapa havia deixado, ao longo de 26 dias de sangrenta batalha, um saldo muito grande de mortos, e o Barão não queria que a tragédia se repetisse na capital paranaense.

Convocado pelos cidadãos, coube ao Barão fazer um acordo com os revolucionários para proteger a população de violências, saques e estupros. A Junta Governativa de Curitiba transformou-se em “Comissão para Lançamento do Empréstimo de Guerra”, arrecadando fundos para negociar a paz com Gumercindo Saraiva, líder dos maragatos.

Em maio de 1894, o Barão escreveria a seu irmão: “tenho consciência de que tudo quanto pratiquei, logo que o nosso Estado foi invadido pelas forças revolucionárias, somente obedeceu aos mais nobres e puros sentimentos. (…) Os tempos são de provações e eu a elas me subordino pacientemente”. Sua posição pacificadora, no entanto, rendeu-lhe o título de traidor entre os republicanos.

Quando os maragatos perderam a batalha, teve início a perseguição aos que contribuíram com a Revolução. Os quartéis, teatros e até escolas de Curitiba ficaram lotadas de presos, e, apesar da condenação pública, várias pessoas foram fuziladas.

O Barão e cinco companheiros foram presos: Prisciliano Correia, José Lourenço Schleder, José Joaquim Ferreira de Moura, Rodrigo de Matos Guedes e Balbino de Mendonça. Após alguns dias, em 20 de maio, às nove da noite, esses prisioneiros foram conduzidos à Estação Ferroviária, sob a alegação de que seriam levados ao Rio de Janeiro para seu julgamento pelo Conselho Militar. Infelizmente, não era esse o destino que seus algozes de fato lhes reservavam.

O trem parou no quilômetro 65, no Pico do Diabo, e os homens passaram a ser arrastados para fora. Mato Guedes atirou-se pela janela do trem, mas recebeu uma descarga da fuzilaria e rolou pelo precipício. Balbino de Mendonça agarrau-se ao vagão e teve os braços quebrados a coronhadas, sendo abatido a tiros de revólver. Um tiro na coxa da perna direita colocou o Barão de joelhos e ele propôs dividir sua fortuna com os oficiais da escolta se fosse poupado, mas foi fuzilado a seguir, junto com os companheiros restantes.

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Quadro histórico sobre a Revolução Federalista, concebido por Ângelo Agostini, destacando o fuzilamento do Barão do Serro Azul. Reprodução da Revista Carioca Dom Quixote, publicada em 1895. Coleção: Newton Carneiro.

Passaram-se alguns dias até que a notícia da execução chegasse a Curitiba. Conforme consta da emocionante carta da Baronesa do Serro Azul, enviada ao Barão de Ladário (cuja leitura na íntegra eu recomendo vivamente):

“Às esposas aflitas que procuravam o comandante militar para ouvir o desmentido da nova inverossímil, afirmava o general Everton Quadros, com sorrisos nos lábios e com mostras de sinceridade através das quais era impossível perceber um resquício de remorso, afirmava sob sua palavra de honra que os presos haviam seguido para o Rio. E quando a alma da população inteira foi se enchendo de opressão horrível ante as versões que corriam como um clamor de dies irae, deixando por sobre a Capital do Paraná a sombra pavorosa da agonia e do luto – o general, cuja espada viera restaurar a Lei, mandava que as bandas militares, com o som da música festiva, dispersassem os agouros que suspendiam a vida de um povo, como quem a gritos estridentes espanta uma corvada que fareja matanças! Ao mesmo tempo, senhor, fazia-se declarar às famílias das vítimas que não podiam cerrar as portas nem dar outras demonstrações de luto…”. 

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Trecho da carta da Baronesa do Serro Azul ao Barão de Ladário.

O coronel Ordine, junto com seis homens, foi ao local cinco dias após o fuzilamento, a fim de enterrar os corpos abandonados pela escolta, os quais encontrou mexidos, sem joias e alguns, inclusive, sem sapatos. Feito o reconhecimento dos mortos, os corpos do Barão e de seu amigo Prisciliano Corrêa foram enterrados à direita dos trilhos do trem, com a intenção de futuramente serem levados a Curitiba para um sepultamento mais respeitoso.

Um ano depois, a pedido da Baronesa, o coronel Ordine foi tratar com o comando do distrito militar e da polícia do estado a fim de trazer o corpo do Barão para ser sepultado em Curitiba. Como não havia registro oficial do fuzilamento, o pedido não foi recusado. Contudo, o diretor da Estrada de Ferro, Gastão Serjat, negou-se a liberar os cadáveres, que se encontravam em terras de sua propriedade.

Ordine contratou então o caboclo Joaquim Franco, conhecedor da Serra do Mar, para abrir uma picada em meio à mata fechada para conduzir a expedição clandestina que faria o resgate dos corpos. O caboclo morreu, picado por uma cobra, poucos quilômetros antes de terminar o serviço, que foi concluído por seus filhos.

Embora ameaçados pelos perigos da mata e correndo o risco de represálisas dos políticos de então, dez homens fizeram parte da corajosa expedição, que levou o nome de Amizade. A expedição partiu dia 2 de maio de 1895 e voltou com o corpo do Barão no dia 6. Prisci­liano foi resgatado depois porque, segundo documento da época, era muito grande. Os caixões haviam sido escondidos por Ordine numa Serraria, e de lá vieram para Curitiba com os dois corpos, ocultos em meio a 400 filetes de madeira com capim por cima, sendo levados ao Cemitério Municipal. A viúva finalmente conseguiu dar ao Barão o sepultamento digno que desejava.

Em 1894, para garantir os rendimentos da Baronesa, foi construída uma casa menor, ao lado do Solar do Barão, no terreno em que ficava o jardim, para servir de residência a ela e seus filhos. O Solar da Baronesa seguiu os mesmos princípios arquitetônicos do prédio principal, que passou a ser alugado. Entre 25/10/1902 e 06/1909, sediou a Loja Maçônica Grande Oriente do Paraná.

Em 1912, os imóveis foram incorporados à Fazenda Nacional e ocupados pelo Exército, passando a abrigar o quartel até 1973. Nesse ano, o Município negociou com o exército uma permuta desses bens com outro localizado no bairro Pinheirinho, para onde foi transferido o quartel. A Prefeitura contratou o arquiteto Cyro Corrêa de Oliveira Lyra, que, entre 1980 e 1983, coordenou o restauro do conjunto arquitetônico do Solar do Barão.

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Detalhe no teto de uma das salas do Solar do Barão.

O nome de Ildefonso Pereira Correia deixou de ser pronunciado por quarenta e quatro anos, tido como traidor da pátria. Seus atos foram banidos da história oficial do Paraná, documentos foram suprimidos e referências apagadas. O resgate de sua memória teve início entre 1940 e 1950, quando sua vida começou a ser investigada.

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Detalhe do Solar do Barão.

Em 1942, foi publicada a biografia “O Barão de Serro Azul”, de Leôncio Correia. Em 1973, publicou-se “A Última viagem do Barão do Serro Azul”, de autoria de Túlio Vargas. Com base nessa obra, foi produzido o filme “O Preço da Paz”, lançado em 2003.

A Lei nº 11.863 de 2008 inscreveu o nome de Ildefonso Pereira Correia, o Barão de Serro Azul, no Livro dos Heróis da Pátria, depositado no Panteão da Liberdade e da Democracia, em Brasília. Foi o único paranaense, até hoje, a receber essa honraria.

Solar do Barão
Endereço: Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 533 – Centro

Contato: (41) 3321-3367

Agendamento de visita guiada: (41) 3321-3275

Horário de funcionamento:
9h às 12h e 13h às 18 (2ª a 6ª feira) e 12h às 18h (sábado, domingo e feriado)

Saiba mais:

Conheça a história do Solar no site da Fundação Cultural de Curitiba.

Artigo: Nobre que deu vida pela paz tem heroísmo reconhecido, publicado em 31/01/2009 na Gazeta do Povo.

Artigo: Os ossos do Barão, publicado em 28/08/2010 na Gazeta do Povo.

Leia a íntegra da Carta da Baronesa do Serro Azul ao Barão do Ladário

Consulte o site da Fundação Cultural de Curitiba para conhecer os cursos que ela oferece. Alguns deles acontecem no Solar do Barão.

Biografia do Barão pela Federação Espírita do Paraná

Biografia do Barão na Wikipedia

As informações desse texto foram coletadas no Solar e nas fontes citadas acima. Todas as fotografias que ilustram esse texto são de minha autoria, exceto a primeira, extraída do site da Fundação Cultural de Curitiba. Para reproduzir, favor citar a fonte.

Projeto 365 dias: dia 06 – Rodízio de tapas no Restaurante Olivença

Marido e eu hoje fomos conhecer o Olivença Cozinha Ibérica, batizado em homenagem a uma pequena cidade na fronteira entre Portugal e Espanha, disputada entre os dois países durante séculos. Às terças-feiras, o restaurante oferece rodízio de tapas – petiscos típicos da culinária ibérica – por R$ 39,90 por pessoa.

O restaurante é bonito e bem decorado. Fazer reserva é quase indispensável. Nós decidimos ir meio em cima da hora, então não fizemos. Como chegamos cedo, fomos acomodados no balcão e, mais tarde, passamos para uma mesa que foi liberada. Nesse momento, porém, até o balcão já estava cheio.

No início, estávamos sendo ignorados pelos garçons – talvez por estarmos no balcão – mas fiquei bem satisfeita ao notar que o gerente estava presente e atento aos clientes. Ele logo percebeu que estávamos com os pratos vazios, perguntou se havíamos feito a opção por rodízio e como estávamos sendo atendidos, e a partir daquele instante não nos faltou mais comida. O atendimento em geral é muito bom, desde a hostess até os garçons.

A casa conta com uma extensa carta de vinhos, e algumas opções são vendidas em taças. Escolhi uma taça de Alento – vinho branco – por R$ 12,00.

E, finalmente, a comida: definitivamente, a qualidade e a variedade das tapas me surpreendeu. Absolutamente deliciosas! Polvo, camarão, bacalhau, queijo e outras delícias estrelam em montagens que agradam aos olhos e mais ainda ao paladar. Também estão no rodízio bolinhos de bacalhau, caldo verde e as ostras gratinadas com o molho mais saboroso que já provei.

Com certeza, um lugar para voltar!

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