Projeto 365 dias: dia 21 – Nova opção de almoço próximo da Reitoria

É atribuída a Theodore Roosevelt a frase que diz “faça o que puder, com o que você tem, onde você estiver”. Não sei se foi mesmo Teddy quem disse isso, mas gosto muito da frase. E a experiência diferente de hoje foi uma demonstração prática disso.

Sabe o bar Roxinho, perto da Reitoria? Morreu. Ou, pelo menos, transformou-se em outra coisa. Notei há alguns dias que colocaram uma placa nova: Sushi Brasil. Hoje resolvi ir lá na hora do almoço e conferir a novidade.

O buffet por quilo oferece algumas opções de saladas, arroz, feijão, farofa, macarrão e, numa mesa apartada, yakisoba, ceviche e sushi. Eu não sei conciliar feijão com sushi, então passei da salada direto para o a última mesa.

Não gostei do tempero do ceviche, mas o restante estava bem gostoso e o preço me surpreendeu. Meu prato, bem servido, custou R$ 10,80.

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A decoração e mesmo o atendimento não tenho como avaliar no momento. Está tudo num clima meio improvisado, no meio da reforma, e até as comandas onde é anotado o consumo do freguês ainda são do falecido bar.

E foi então que me lembrei da frase com que abri o texto. Achei interessante essa decisão de tocar o novo empreendimento imediatamente, usando a estrutura que está disponível ali. Sendo uma boa opção de almoço numa região relativamente carente, por um preço competitivo, acredito que eles podem conquistar a clientela usando o que mais interessa num restaurante: a comida.

Certamente voltarei nos próximos dias para acompanhar a evolução. Espero que os planos para o local incluam uma melhorada na decoração, tornando o ambiente mais charmoso, e que as modificações sejam feitas com a maior brevidade possível – por mais que o custo-benefício do restaurante seja muito bom, ninguém quer comer num canteiro de obras, né?

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Projeto 365 dias: dia 19 – Pequenas grandes coisas

Quando decidimos morar juntos, meu marido e eu compramos uma casinha simples, numa região bem afastada do centro de Curitiba – onde nós dois trabalhávamos. Era a opção que cabia no nosso bolso.

Durante quase cinco anos, tivemos que dirigir no mínimo 40 km por dia, para ir ao trabalho e voltar. Não havia comércio perto de casa que ficasse aberto até tarde, e só umas duas pizzarias tinham serviço de entrega na região. O transporte público era péssimo, com poucos ônibus, que faziam um percurso longuíssimo e demorado. Quando queríamos sair à noite, fazer um curso ou praticar alguma atividade física, era necessário planejar com antecedência, levar roupas, ir direto do trabalho, e chegar bem tarde em casa. Não havia condições de ir para casa, tomar um banho e depois sair de novo.

Em julho de 2014, mudamo-nos para um apartamento no centro de Curitiba, a quatro quadras do meu trabalho. Podemos dormir até mais tarde, temos diversas opções de lazer, delivery de culinárias variadas, vamos a pé para muitos lugares, eu pude vender meu carro. Nossa qualidade de vida aumentou significativamente.

O interessante é que, embora não tenhamos saudades de viver na nossa casinha, nem pensemos em voltar a morar nela, a vida lá nunca foi um sofrimento para nós. Nem mesmo o fato de eu ter me envolvido em dois acidentes graves na BR que pegava todos os dias foi motivo de trauma para mim. Foi triste e assustador, é claro, mas meu espírito – e o do meu marido também – é dotado de uma capacidade de regeneração muito grande.

À noite, depois do trabalho e de todas as demais atividades, chegávamos ao nosso lar cansados, porém felizes. Olhávamos à nossa volta e, mesmo com o pensamento voltado ao que ainda tínhamos para conquistar, nosso coração se alegrava com o que já era nosso. Nosso espaço, nosso cantinho, nosso conforto. Da nossa janela, não era possível ver muito longe, mas apreciávamos as flores brotando no jardim, as cores no pedaço de céu que era nosso.

No novo lar, descobrimos outras alegrias. Temos uma gata, que materializa tudo que eu sempre sonhei num animal de estimação: é companheira, carinhosa, adora colo (estou me virando para digitar com ela deitada sobre mim agora), dorminhoca. Temos mais espaço para receber os amigos, e estamos mais próximos deles também.

E uma coisa incrível que ganhamos foi a vista. É incrível a sensação de paz que enxergar o horizonte proporciona. De vez em quando, ao acordar, fico alguns minutos na janela observando o mundo, antes de decidir o que vou vestir. Hoje fiz isso ao chegar do trabalho. É quase uma forma de meditação.

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Ser feliz, muitas vezes, não exige mais do que isso: valorizar a vida que se leva. E isso não significa dar às coisas – boas ou ruins – importância maior do que elas têm. Não significa se apegar excessivamente. Hoje estou aqui, amanhã já não sei. Mas enquanto estiver, quero apreciar cada minuto que eu puder.

Projeto 365 dias: dia 17 – Stand up paddle no Passaúna

Curitiba não tem praia, então é nos parques que a gente se diverte. Hoje pela manhã fomos ao Passaúna, um dos mais lindos da cidade. Inaugurado em 1991, foi criado com a finalidade de preservar a qualidade da água da represa do Rio Passaúna, considerada como interesse de proteção ambiental desde 1980 e responsável por parte do abastecimento de água para a população curitibana.

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Entrada do parque e estacionamento à beira do lago.
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Bichinho estranho passeando no corrimão da escada que leva ao mirante, e cães simpáticos que recepcionam com animação quem chega ao parque.

O mirante, localizado no alto de um morro à beira da represa, a 60 metros do nível do lago, eleva-se acima das copas das árvores, propiciando uma visão privilegiada da linda paisagem. De lá é possível avistar as chaminés das antigas olarias Alberto Klemtz, Isfer, Baggio e Santa Rosa, que ficaram submersas com a criação da represa.


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Junto ao lago e em meio ao bosque, há uma trilha ecológica com 3,5 km de extensão. A fauna da região, protegida por decreto como APA (Área de Proteção Ambiental) é rica e variada, com muitas espécies de animais. O Parque possui ainda uma Estação Biológica, ancoradouro de barcos, parque infantil, pontes de madeira e churrasqueiras.

Para melhorar, desde 2012 as represas paranaenses estão liberadas para a prática de esportes náuticos com embarcações que não utilizem motor de propulsão combustível. Dentre as atividades que podem ser realizadas na represa do Passaúna, está o Stand Up Paddle. É possível alugar no local a prancha e o remo, custa R$ 50,00 por uma hora. O lugar também oferece banheiros e vende bebidas e picolés.

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Gondoleira da represa

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Não há muita sinalização no caminho para o parque, então o ideal é usar o GPS para chegar lá. É preciso ir até a Avenida Eduardo Sprada, por dentro da cidade ou pelo Contorno Sul, e seguir no sentido do bairro Augusta.

Projeto 365 dias: dia 16 – Pequenos prazeres

Hoje, depois de umas semaninhas de férias da minha querida massoterapeuta, voltei às minhas massagens semanais, dando tchau àquela dorzinha chata na cervical. Depois, uma breve caminhada para aproveitar o final de tarde que se estende longamente nesse horário de verão.

À noite decidi ficar em casa. Sou apaixonada por séries de TV, e geralmente quando gosto de uma vejo todos os episódios o mais rápido possível, e marido não consegue me acompanhar. Então de vez em quando escolhemos séries que combinamos de ver juntos. A da vez é Vikings.

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Para completar, aproveitei para fazer minhas unhas – o dinheirinho economizado pode ser usado em algum programa divertido! 😀

 

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Bora dormir que o sábado promete!

Projeto 365 dias: dia 14 – Museu do Expedicionário

Hoje aproveitei meu horário de almoço para conhecer o Museu do Expedicionário, um dos mais completos museus temáticos brasileiros sobre a segunda guerra mundial do Brasil. Tenho duas dicas, para começar: primeira, não vá num curto horário de almoço; segunda, não vá num dia de calor intenso. Isso porque o museu tem um acervo enorme de documentos, fotografias, mapas, ilustrações, recortes de jornais da época, medalhas, uniformes, equipamentos, armas, munições e objetos que foram utilizados pela Força Expedicionária Brasileira (FEB), Força Aérea Brasileira (FAB) e pela Marinha de Guerra do Brasil. O que o museu não tem é ar condicionado (pretendo voltar num dia mais fresco com tempo suficiente para explorar com calma o acervo).

A casa onde fica o museu, projeto do engenheiro Euro Brandão, foi construída após o fim da Segunda Guerra Mundial, pelo esforço dos expedicionários paranaenses, através da promoção de festas, rifas e doações. Inaugurada em 1951, a sede tinha como objetivo prestar assistência médica, odontológica, social, jurídica e previdenciária para os ex-combatentes e seus familiares. Tornou-se também um local para eventos sociais, culturais, educacionais e recreativos.

A Legião Paranaense do Expedicionário ajudava também na compra de medicamentos, já que muitos voltaram da guerra mutilados ou com tuberculose e não tinham condições de arcar com esse custo. Ainda buscava recolocar no mercado os desempregados e chegava até a emprestar dinheiro. O objetivo era amparar os expedicionários e, em retribuição, após recuperados, que começassem a colaborar com a LPE.

Com o passar do tempo, os serviços assistenciais deixaram de ser necessários, o museu foi ampliado e em 29 de julho de 1980 sua administração e conservação passaram a ser de responsabilidade da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná.

Na Praça do Expedicionário (popularmente conhecida como “Praça do avião”, local onde fica o museu, estão expostos um tanque de guerra, um avião Thunderbolt e outros equipamentos de guerra utilizados no conflito mundial.

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O P-47 Thunderbolt exposto na Praça do Expedicionário é uma rara relíquia preservada que foi originalmente empregada pelo 1° Grupo de Caça na Itália. Informações sobre a aeronave: Bombas: são originais e vieram para Curitiba armadas (atualmente desativadas); Metralhadoras: réplicas das originais; Canopy: réplica, o original foi destruído por vandalismo na década de noventa; Cockpit: após o vandalismo do canopy, o cockpit foi retirado e transferido para o interior do museu; Lançadores de foguete: réplicas dos originais; Trem de pouso: foi retirado para aliviar a estrutura elevada; Pintura: refeita bianualmente.

 

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Ao lado das três bandeiras, um majestoso pinheiro, símbolo do Paraná.

 

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Um canhão, um tanque, uma âncora, um torpedo e um avião representam a presença das Forças Armadas no conflito mundial (Exército, Marinha e Aeronáutica).

 

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Na frente dos três mastros das bandeiras há uma lápide que registra os nomes dos vinte e oito veteranos paranaenses mortos em combate, uma homenagem da LPE (Legião Paranaense do Expedicionário).

 

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Uma escultura em pedra sabão no alto do prédio do museu representa uma patrulha da infantaria em ação.

 

2015/01/img_2392.jpgNão é permitido fotografar ou filmar o interior do museu.

Museu do Expedicionário

Rua Comendador Macedo, 655 (Praça do Expedicionário) – Alto da XV

CEP 80060-180 | Curitiba | Paraná | Brasil

Telefones: (41) 3362 8231 | 3263 4067

E-mail: mexp@seec.pr.gov.br

Horário de visitação

De terça a sexta-feira, das 10h às 12h e das 13h às 17h

Sábado e domingo, das 13h às 17h

Entrada gratuita

Projeto 365 dias: dia 13 – Frustração curada com hambúrguer e cerveja

O plano para essa terça-feira era assistir ao show de música celta (adoro) da banda Clan Mac Norse no Teatro Paiol – mais uma tentativa minha de prestigiar os eventos da 33ª Oficina de Música de Curitiba.

Saí do escritório às 18h e fui o mais rápido que pude para o Paiol, mas ao chegar lá os ingressos para o show, que aconteceria às 18h30, já estavam esgotados. Em frente ao teatro, várias outras pessoas tão frustradas quanto eu.

Marido e eu fomos então conhecer a hamburgueria Cidadão do Mundo, no bairro Água Verde.

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Gostamos muito do lugar! Marido pediu o hambúrguer que é o carro-chefe da casa, o Zinedine Zidane, que leva gorgonzola e cogumelos salteados.

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A minha escolha foi o Frida e Diego, inspirado na culinária mexicana, acompanhado de guacamole, chipotle e jalapeño. Foi criado para o CWBurguer Fest do ano passado, mas que continua sendo servido. Assim como todas as opções do cardápio, essa também pode ser pedida com hambúrguer vegetariano, feito com cogumelos. A versão original também leva bacon, que eu pedi para não colocarem no meu.

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Gosto muito de hamburguerias que permitem modificações nas escolhas do cardápio. Na Cidadão do Mundo, ao perguntar se podia substituir o hambúrguer tradicional pelo vegetariano e tirar o bacon, ouvi minha frase preferida: “aqui você é quem manda”. 🙂

Além do atendimento simpático, uma decoração bacaninha e uma geladeira com boas opções de cerveja completa o cenário.

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Ah! Para melhorar, às terças-feiras rola uma promoção para casais, que ganham 30% de desconto nos pratos.

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Mais uma boa opção em Curitiba, e esse hambúrguer com certeza já está na lista dos meus preferidos!

Projeto 365 dias: dia 11 – Parque Estadual Vila Velha

O programa desse domingo foi um piquenique e trilha num lugar que não visitava havia muitos anos: o Parque Estadual Vila Velha, em Ponta Grossa-PR, na companhia do marido, amigos e minha mãe. ❤

Devido a uma forte dor de cabeça, hoje vou deixar esse post só com algumas fotos do delicioso passeio, e amanhã escrevo a respeito. 🙂

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Projeto 365 dias: dia 10 – almoço japa e Gênesis no MON

O almoço de hoje foi no King Temaki do Juvevê. O atum selado estava delicioso!

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Em seguida fomos ao Museu Oscar Niemeyer (Museu do Olho), ver a incrível exposição Gênesis, de Sebastião Salgado.

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Gênesis é uma exposição inédita do premiadíssimo fotógrafo Sebastião Salgado, em cartaz no Museu Oscar Niemeyer até 15 de março de 2015. Ao longo de oito anos de trabalho, Salgado viajou para 32 regiões extremas, nas quais registrou imagens de diferentes ecossistemas em cinco seções geográficas: Planeta Sul, Santuários, África, Terras do Norte, Amazônia e Pantanal.

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Para realizar o projeto fotográfico, Sebastião Salgado viajou de avião, de helicóptero, de ônibus, de barco, de balão (única forma de se aproximar de alguns animais sem assustá-los) e a pé. Fotografou paisagens incríveis que remetem aos primórdios do planeta, desertos, vulcões, selvas, montanhas, icebergs, e também os animais que habitam esses locais: elefantes africanos que fogem do contato humano, cientes dos riscos que representa; colônias de milhares de pinguins; baleias e outros gigantescos animais marinhos; jacarés; leopardos; pássaros de impressionante envergadura e outros. Também fazem parte do acervo imagens de comunidades primitivas que conservam ainda hábitos ancestrais, como a isolada tribo Zo’e, identificada pelo longo ornamento labial, que vive nas profundezas da floresta amazônica no norte do Brasil.

Nesse projeto, o inconfundível preto e branco do mineiro se afasta da denúncia da desigualdade social de projetos anteriores  – Trabalhadores e Êxodos – para prestar uma homenagem à natureza, mas também com o objetivo de alertar a humanidade sobre o risco de perder esse patrimônio intangível. A mostra, muito bem organizada pela curadora e esposa do artista, Lélia Wanick Salgado, também chama atenção para o trabalho desenvolvido pelo casal na área ambiental.

Na década de 90, os dois começaram a cuidar de uma propriedade da família no vale do Rio Doce, onde a farta vegetação de outrora, em razão do desmatamento e da erosão, foi substituída por uma terra seca em que nem pasto brotava mais. Lélia teve a ideia de recriar a floresta com espécies locais. Ao longo de 15 anos, o local foi coberto de verde e os animais retornaram. A propriedade reflorestada transformou-se em ONG, o Instituto Terra, que visa a recuperação da Mata Atlântica. Dessa experiência, nasceu também o programa Olhos D’Água, iniciativa reconhecida pela ONU que pretende, nos próximos 25 anos, proteger todas as nascentes do Rio Doce, um dos principais reservatórios de água do Brasil. “Depois de um tempo, vimos tudo começar a nascer de novo. Retornaram os pássaros, os insetos, os bichos. Começou a voltar vida para todo lado dentro da minha cabeça e, assim, veio a ideia de fotografar o Gênesis. Fui para a vida, para o que tem de mais fabuloso no planeta”, conta o artista.

Em suma, vale a pena visitar. Apenas alerto para um possível efeito colateral: a vontade de viajar pelo mundo tende a ficar ainda mais insuportável depois de ver imagens tão incríveis.

Serviço

“Genesis” – Sebastião Salgado
Data: 06 de novembro de 2014 a 15 de março de 2015
Salas: 04 e 05

Museu Oscar Niemeyer
Rua Marechal Hermes, 999, Centro Cívico
Terça a domingo, das 10h às 18h
R$6,00 e R$3,00 (meia-entrada)
Menores de 12 anos e maiores de 60 anos tem entrada franca

Projeto 365 dias: dia 09 – Quando a gente sai para valorizar a volta

Após uma noite de insônia seguida de um dia cansativo, a sexta chegou ao fim e eu não tinha feito nada de diferente. Não poderia deixar o Projeto fracassar já no nono dia, mas estava tão cansada…

De repente, um conhecido publicou no Facebook uma foto da R. São Francisco, que fica aqui perto de casa e tem vários bares legais. Bombando, super animada. Sugeri ao marido, ele topou e lá fomos nós.

Pegamos uma fila razoável no bar Negrita para conseguir nossos chopes. Encontramos uns conhecidos e ficamos batendo papo. O chope acabou, e as filas de todos os bares estavam gigantescas. A rua lotada, as pessoas esbarrando na gente. Um calor insuportável.

Lembramos nossa casinha confortável, cheirosa, com cerveja de qualidade na geladeira, sem fila, sem fumaça de cigarro ou de qualquer outro tipo, onde estamos sempre em boa companhia – algo que as pessoas estão procurando no meio da aglomeração, e que a maior parte delas não vai encontrar. Pude ver o alívio em seus olhos quando sugeri ao marido: “vambora?”

Gostamos de sair, de ver gente, de fazer coisas diferentes, de curtir o movimento. Adoramos a R. São Francisco. Mas algumas vezes, ao nos depararmos com aglomerações extraordinárias, cansados, diante de filas intermináveis, a melhor parte da saída é voltar pra casa!

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Projeto 365 dias: dia 08 – Visita a pessoas que amo!

Hoje foi dia de visitar minha afilhada Laura e seus pais, meus queridos amigos e compadres Su e Carlos. Pizza e conversa boa: receita perfeita para uma quinta-feira feliz!

Esqueci de tirar uma foto enquanto estava lá, mas ao voltar a casa fotografei o presentinho fofo que ganhei da Laura, feito por ela mesma: uma gatinha de biscuit, inspirada na Samantha!

Vejam a obra de arte junto à modelo que a inspirou:

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E a mini-Samantha ganhou um lugar junto aos gatos mexicanos na estante:

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Muitos momentos da vida são especiais por causa das pessoas que fazem parte deles. Que possamos sempre preservar os laços com quem nos faz bem! ❤️