Walt Disney World parque a parque – Hollywood Studios

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O chapéu de feiticeiro do Mickey, inspirado no filme clássico Fantasia, da década de 1940, é o símbolo do Hollywood Studios desde 2001, quando foi colocado no parque para comemorar o centenário de Walt Disney. Porém, os administradores do parque informaram que ele será retirado em 2015. Ainda não sabemos pelo que ele será substituído.

O segundo parque que visitamos em nossa viagem a Orlando, e o meu preferido entre os da Disney, foi o Disney’s Hollywood Studios (antigo MGM). Inaugurado em 1º de maio de 1989, ele é o menor dos quatro parques do Disney World na Flórida, e prova que tamanho não é documento!

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Dedicado ao cinema, o parque é dividido em seis áreas: a Hollywood Boulevard é como se fosse a Main Street do Hollywood Studios, uma rua ambientada nos anos 50 que começa na entrada do parque, e vai até a praça com o grande chapéu de feiticeiro do Mickey, que é hoje o símbolo do parque (mas será removido em 2015); a Echo Lake, uma área em torno de um pequeno lago,com um dinossauro dentro; a Streets of America, com fachadas que lembram as cidades de Nova Iorque e San Francisco; a Animation Courtyard, que abriga algumas atrações baseadas nos filmes animados da Disney; a Pixar Place, dedicada aos filmes e personagens criados pela Pixar Animation Studios; e a Sunset Boulevard, inspirada na rua homônima que atravessa as cidades de Los Angeles e Beverly Hills, na Califórnia.

Veja as atrações que conhecemos nesse parque e o que achamos delas:

– Rock ‘n’ Roller Coaster Starring Aerosmith: a montanha-russa do Aerosmith é uma das atrações mais divertidas do parque.

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Em frente à atração, somos saudados por uma guitarra vermelha gigante (uma Fender Stratocaster). Depois da fila, adentramos o edifício que reproduz os escritórios e estúdios de gravação da gravadora G-Force Records. Numa sala com vista para o estúdio de gravação, vemos os membros do Aerosmith terminando uma sessão de gravação. A empresária da banda, interpretada por Illeana Douglas, informa que eles estão atrasados para um show. Steven Tyler lamenta ser forçado a deixar os fãs e consegue ingressos para o backstage. A empresária pede uma limousine super longa para irmos ao “Forum” (famosa casa de shows de Los Angeles). Saindo do estúdio de gravação, passamos por um beco até embarcar na “limousine”.

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A limo para na entrada de um túnel, onde aguardamos uma contagem regressiva. O carro é lançado para dentro do túnel enquanto ouvimos canções da banda diretamente de alto-falantes instalados no carrinho, que acelera de 0 a 92 km/h em 2,8 segundos. A montanha-russa passa por três inversões, num percurso que pretende simular as freeways de Los Angeles. A atração termina quando a limousine chega aos bastidores do show do Aerosmith, deixando-nos num tapete vermelho. Imperdível!

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Nossa primeira vez na Rocn’n’Roller Coaster.
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Nossa segunda vez na Rock’n’Roller Coaster. O rapaz atrás de mim mandando um cumprimento vulcano.
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Nossa terceira vez na Rock’n’Roller Coaster. Já deu pra soltar os braços. O rapaz atrás do André parece entediado.

– The Twilight Zone Tower of Terror: a Torre do Terror é outra atração absolutamente imperdível do parque. Inaugurada em 1994, a atração já foi aperfeiçoada diversas vezes.

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A torre vista de fora. Dá para ver quando as janelas se abrem e as pessoas lá dentro gritam antes de o elevador despencar!
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A decoração no interior da Torre é incrível.

Ao entrar no prédio do antigo hotel, perfeitamente ambientado, somos conduzidos à sala da biblioteca, onde assistimos a uma apresentação de Rod Serling (criador e narrador da série “The Twilight Zone”), descrevendo os eventos ocorridos no local, onde um fenômeno sobrenatural provocou o desaparecimento de cinco hóspedes no Halloween de 1939.

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Hall de entrada
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Hall de entrada

Em seguida, caminhamos até a sala de manutenção do elevador, que continua em operação. Já dentro dele, recebemos as instruções do funcionário do hotel, que informa, em tom irônico e sombrio: “se precisarem de algo, não hesitem em gritar”.

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Os funcionários perfeitamente caracterizados.

O elevador nos conduz pelos corredores do prédio, onde vários efeitos especiais tornam a jornada incrível. Finalmente, o elevador sobe ao topo do edifício, no 13º andar, abre as janelas, possibilitando que vejamos de que altura despencaremos a seguir… Essa é só a primeira queda, pois o elevador volta a subir, abrir as janelas e despenca novamente! Em 1999, a atração passou por uma renovação e, desde então,  a queda é programada de modo aleatório pelo computador. Assim, cada experiência é única, pois nunca se sabe em qual andar o elevador vai parar. Sensacional!

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A moça empolgada de regata vermelha e braços para o ar sou eu.

– Star Tours: junto com as duas atrações anteriores, esse simulador do filme Star Wars, criado com a ajuda do diretor George Lucas, forma a tríade das atrações mais imperdíveis do parque. Depois de passar pelos robôs “C3PO” e “R2D2” e por um vilarejo Ewok, entramos na nave que será conduzida pelo atrapalhado robô humanoide RX-24. Muito divertida!

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– Fantasmic! Como o Hollywood Studios é um parque pequeno, muita gente vai embora cedo, e acaba não vendo o espetáculo Fantasmic. Não faça isso! Esse é o mais diferente dos shows da Disney, misturando projeções em cortinas d’água, personagens, luzes, cenários, fogos… É indescritível e mágico! Infelizmente nesse dia acabou a minha bateria então não consegui fotografar. De qualquer maneira, não creio que alguma foto faça jus ao que você verá lá!

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– Toy Story Mania! Atração nova e muito bem feita, desde a fila interativa. Cada carrinho comporta até 8 pessoas, e cada uma recebe óculos 3D e deve usar a pistola a sua frente para acertar alvos e acumular pontos. Embora seja mais infantil, é divertida e vale a pena, mas o FastPass+ é fundamental, pois as filas são gigantescas.

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Pela área do Toy Story, circulam esses simpáticos e hilários soldados de plástico.

– Lights, Motors, Action!® Extreme Stunt Show: esse espetáculo superou minhas expectativas. Vários carros, motocicletas  e jet-skis fazem acrobacias incríveis diante dos nossos olhos. A área comporta até 5.ooo pessoas para assistirem o show, que simula a gravação de um filme de ação. Imperdível!

– Muppet*Vision 3-D: o filme é antiguinho e os efeitos estão bem desatualizados. Só veja se sobrar tempo, afinal, é um clássico.

– Walt Disney: One Man’s Dream: essa atração mostra como Disney desenvolveu sua obra. Conta com réplicas, projetos e até mesmo a reprodução do escritório de Walt Disney. Legal para quem é fã.

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Disney e eu – o encontro de dois visionários.

Fomos ainda a algumas atrações mais sem graça que nem merecem ser mencionadas. Perdi outras às quais queria muito ter ido – fica para a próxima: o musical da Bela e a Fera, o show com as aventuras de Indiana Jones e The Great Movie Ride, uma grande tela que relembra os melhores filmes já produzidos. Para ver a Bela e a Fera eu teria que abrir mão de um FastPass+, o Indiana Jones foi no mesmo horário que oLights, Motors, Action!® e a Great Movie Ride já estava fechada quando chegamos a ela. Uma pena.

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O parque já estava fechando e eu achava que nada mais de mágico iria acontecer naquele dia. Mas então o donut gigante com cobertura de chocolate aconteceu. ❤

Amamos esse parque e certamente voltaremos um dia!

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Walt Disney World parque a parque – Magic Kingdom

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Dragão cospe fogo na parada Festival of Fantasy.

 

O primeiro dos quatro parques da Disney que visitamos foi o Magic Kingdom, numa segunda-feira. Normalmente, isso não seria uma boa ideia, justamente porque é o que a maior parte dos turistas faz (chegar no domingo e começar pelo MK na segunda-feira). Mas como fomos numa época bem tranquila (primeira semana de novembro), isso não fez muita diferença.

Ao estacionar o carro, recomendo fotografar a plaquinha do setor do estacionamento em que você parou, para não correr o risco de perdê-lo para todo o sempre. O estacionamento é tão grande que você pega um trenzinho para levá-lo às estações de transporte. Caso você esteja hospedado num hotel da Disney e use o ônibus do resort, ele o deixará já nessas estações.

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Fotografe o setor em que parou seu carro ou anote em um lugar seguro.

Aí você escolhe como quer chegar lá: de monorail (trem suspenso) ou balsa. Vá de monorail e volte de balsa para ter a experiência completa!

O Magic Kingdom é dividido em seis “terras” temáticas: Main Street, U.S.A., a rua de entrada, ambientada como uma pequena cidade estadunidense no início do século XX; Adventureland, representando os mistérios de terras estrangeiras; Frontierland, que homenageia o Velho Oeste dos cowboys e nativos americanos; Liberty Square, que se baseia numa vila colonial da Revolução Americana; Fantasyland, ao estilo de feira medieval; e Tomorrowland, que representa o futuro como imaginado na década de 50.

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Torre da Rapunzel

O parque é projetado de forma circular, com o centro em frente ao Castelo da Cinderela. Há quem sugira que se percorra o parque no sentido anti-horário, começando pelo lado direito do castelo, pois a maior parte das pessoas faz o contrário. Acontece que se você chegar com seus FastPasses reservados (o que é altamente recomendável, diria até indispensável, como já expliquei aqui e aqui), e se a sua reserva for para um dos primeiros horários (o que eu recomendo também), você naturalmente vai começar pelo lado em que estiverem as atrações reservadas.


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O Magic Kingdom foi o primeiro parque temático do Walt Disney World a ser construído. Inaugurado em 1º de outubro de 1971, é o mais clássico e tradicional: é a imagem dele, com o lindo castelo da Cinderela, que vem à sua cabeça quando você pensa em Disney. Aliás, muita gente acha que o Magic Kingdom é “a Disney”. Como meu marido e eu nunca tínhamos ido a qualquer dos parques da Disney, para mim era inconcebível deixar esse de fora na nossa viagem. Mas confesso que não conhecemos todas as atrações. Algumas pareceram muito infantis e/ou tinham filas mais longas do que estávamos dispostos a enfrentar.

Ouso dizer que a principal atração desse parque é justamente sua atmosfera mágica, com a música de fundo, os personagens e cenários que encantam os pequenos e transportam os grandes de volta à infância. Mas ele é com certeza um parque mais interessante para crianças que para adultos. Não há nenhum brinquedo radical, e muitos deles são mesmo, como já disse, bem infantis. Veja a seguir as atrações que nós conhecemos e o que achamos de cada uma delas:

– Big Thunder Mountain Railroad: situada em Frontierland, é uma montanha-russa ambientada no Velho Oeste. Não há inversões e loopings, apenas alguns mergulhos rápidos e curvas intensas. A decoração é feita com equipamentos de mineração de verdade, além de diversos bonecos animados. A trilha sonora é formada por músicas ao estilo do Velho Oeste Americano. Foi a primeira atração que visitamos e achamos divertida, adequada para toda a família. Dica do Viajando para Orlando: experimente o passeio à noite. Dizem que é lindo e ainda mais emocionante, pois não é possível antecipar as curvas.

– Splash Mountain: também localizada em Frontierland. Já na entrada uma placa avisa que você poderá se molhar. As chances disso acontecer são muito maiores se você estiver na primeira fila do barquinho, que comporta até oito passageiros. Por via das dúvidas, leve uma muda de roupa para trocar, especialmente se não estiver num dia muito quente. A atração é inspirada num desenho animado de 1946 chamado “Song of the South”. Na história, o personagem principal, um coelho chamado Brer Rabbit, é perseguido por Brer Fox e Brer Bear. O passeio dura cerca de onze minutos. Sorria para a foto durante a queda, em que o barquinho atinge a velocidade de 70 km/h. Essa fotografia é um clássico absoluto: lembro de quando era criança e os coleguinhas da escola que já haviam ido para a Disney ostentavam essa foto como um troféu. Agora eu também tenho a minha. 🙂

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O casal empolgado na última fileira somos nós.

– Space Mountain: essa montanha-russa no escuro, criada pelo próprio Walt Disney,fica em Tomorrowland. Num passeio de cerca de 3 minutos, fazemos uma viagem espacial. Embora a velocidade não seja muito alta (máximo de 45 km/h), as luzes causam a ilusão de que o seu foguete está indo mais rápido. Atração bem divertida.

– Seven Dwarfs Mine Train: a montanha-russa dos Sete Anões, situada em Fantasyland, foi inaugurada em maio de 2014. Por ser tão nova, tem filas enormes. Conforme nos aproximamos da entrada da atração, existem algumas brincadeiras interativas.O carrinho, feito de madeira, reproduz os vagões do trem que transporta materiais na mina do filme. O percurso de cerca de 3 minutos alterna trechos acelerados na parte externa, com passeios lentos no interior da mina, onde podemos ver os anões trabalhando em meio a pedras preciosas. No fim, é possível ver a casa dos Sete Anões, reproduzida nos mínimos detalhes. Pela janela, vemos Branca de Neve dançando com o Dunga, enquanto os outros anões tocam instrumentos musicais. Embora seja uma atração fofinha e sem fortes emoções, somente crianças com mais de 38 polegadas (equivalentes a 96,52 cm) podem embarcar.

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A maior fila que pegamos na Disney foi na montanha-russa dos Sete Anões.
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Jogue as mãos para cimaaaa!
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Marido e eu super empolgados.
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A casa dos Sete Anões

– Haunted Mansion: localizada na Liberty Square, é uma das minhas atrações preferidas no Magic Kingdom! A Mansão Mal-Assombrada conta com efeitos especiais incríveis. No caminho até ela, após passar pelo portão de entrada, encontramos estátuas, lápides com inscrições divertidas e instrumentos musicais invisíveis, entre outras atividades interativas a serem exploradas.

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Estátuas divertidas a caminho da Mansão.
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A tumba do capitão que morreu afogado ainda lança alguns jatos d’água.

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Na entrada, o mordomo nos conduz até uma ante-sala onde recebemos as boas-vindas de um fantasma: “Welcome, foolish mortals, to the Haunted Mansion! I am your host, your ghost host. Kindly step all the way in please and make room for everyone. There’s no turning back now.” (“Bem-vindos, tolos mortais, à Mansão Mal-Assombrada! Eu sou seu anfitrião, o seu anfitrião fantasma. Por gentileza, sigam até o final para que haja espaço para todos na sala. Agora não há mais volta.”). Na sala seguinte, fica a dúvida: é o chão que está descendo ou o teto que está subindo? Ao embarcar no carrinho, somos levados num passeio de sete minutos para conhecer os demais cômodos da mansão, onde veremos fantasmas dançando no salão de baile, a médium Madame Leota numa bola de cristal, objetos flutuantes, quadros enfeitiçados, a noiva maldita e muito mais. No final, algum fantasma pode tentar pegar carona no seu carrinho… A atração é super divertida, mas pode assustar crianças pequenas.

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Fachada da Mansão Mal-Assombrada, uma das atrações mais legais do parque.

– Little Mermaid Ariels Undersea Adventure: no mesmo estilo de diversas atrações da Disney, essa aventura da Pequena Sereia, localizada na área mais nova de Fantasyland, consiste num carrinho (uma concha) em que embarcamos para percorrer um caminho vendo bonecos animados reconstituindo cenas do filme. Eu sou fã da Pequena Sereia, então achei bonitinho, mas é bem infantil.

– Cinderella Castle: situado na entrada de Fantasyland, o ícone do Magic Kingdom é a estrutura mais fotografada do mundo! Foi inspirado em diversos castelos europeus, especialmente no Castelo de Neuschwanstein na Baviera, Alemanha. Sua construção levou 18 meses, e foi concluída em julho de 1971. Do fundo do fosso até a ponta da torre mais alta (a do relógio), o castelo mede 190 pés (57,91 m) de altura. Um truque ótico implementado pelos arquitetos força a perspectiva, fazendo com que o Castelo da Cinderela pareça maior do que realmente é.

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Selfie no Castelo.

Tire muitas fotos de todos os ângulos possíveis. Veja os murais em seu interior, contendo mais de um milhão de peças de vidro com aproximadamente 500 cores diferentes, que contam a história de Cinderela.

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O Castelo iluminado, sob a neve artificial caindo, visto da Main Street.

Dentro do castelo há também um restaurante, extremamente concorrido (as reservas começam com 180 dias de antecedência e, dependendo da época, 5 meses antes já estão esgotadas).Uma refeição no restaurante do castelo pode ser uma atração imperdível para fãs das princesas da Disney. Saiba tudo no Andreza Dica & Indica Disney. Como não poderia deixar de ser, o castelo tem uma suíte real. Mas ela, literalmente, não tem preço, pois somente convidados exclusivos podem realizar esse sonho.Ela também é utilizada para eventos de caridade promovidos pela Disney. Foi construída especialmente para a família do fundador, mas Walt Disney morreu em 1966, cinco anos antes da inauguração do Magic Kingdom. Depois disso, o quarto foi escritório, almoxarifado e local para os funcionários vestirem as fantasias dos personagens. Até que, em 2005, foi transformado numa suíte de luxo, que acomoda até seis pessoas em seus 60 m². Decorada com móveis dos séculos XVII e XVIII, conta com lareira com controle remoto, jacuzzi com luzes cromoterápicas, e um retrato da Cinderela que se transforma em televisão. A promoção “Year of a Million Dreams – Ano de Um Milhão de Sonhos”, entre 2006 e 2008, sorteou felizardos que ganharam diversos prêmios, dentre eles o pernoite na suíte mágica da Cinderela. Ah, fique atento também aos vários espetáculos e paradas que acontecem durante o dia em frente ao Castelo.

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De dia.
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De noite.
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De lado.
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À noite, o castelo ganha cores diversas.

– Main Street Electrical Parade: uma das paradas mais bonitas. Conduzida pela Tinker Bell (Sininho), conta com efeitos especiais e iluminação LED nos carros que conduzem vários personagens queridos de crianças entre 2 e 102 anos de idade. Consulte o calendário da Disney para saber os horários.

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– Wishes Nighttime Spectacular: o espetáculo começa com projeções incríveis no castelo e termina com um show de fogos de tirar o fôlego. Absolutamente imperdível.

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– Walt Disney World® Railroad: as quatro locomotivas a vapor fazem um passeio de vinte minutos, partindo da estação na entrada da Main Street. Há paradas em Frontierland e Mickey ToonTown Fair. É um jeito diferente de ver o parque, e passa por vários lugares bonitos.

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Selfie na locomotiva.

– Celebrate A Dream Come True Parade: mais uma linda parada com os personagens da Disney.

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Woody dançando animado.

 

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Balu! Necessário!

Como disse antes, deixamos de visitar diversas atrações, especialmente as mais infantis e aquelas com filas muito longas. Mas fiz toda a minha lista de prioridades. Também estávamos bastante cansados no dia em que visitamos o Magic Kingdom, pois passamos o dia anterior camelando no Sawgrass Mills, em Miami, considerado o maior outlet do mundo. Depois eu dirigi até Orlando, onde chegamos tarde da noite, e acordamos bem cedo para ir ao parque. Chegou um momento em que não aguentávamos mais fazer nada, e voltamos outro dia somente para ver os fogos (Wishes).

Veja a lista completa de atrações do parque aqui.

As atrações mais concorridas nos Parques da Disney – Use FastPass+

Como eu disse no post anterior, algumas atrações dos Parques da Disney são super concorridas, e reservar o FastPass+ para elas pode fazer toda a diferença no seu dia. Veja a seguir as atrações que costumam ter as maiores filas, e selecione quais delas são imperdíveis para você.

Magic Kingdom

  • Seven Dwarfs Mine Train: é uma montanha-russa bem tranquila, sem loopings ou quedas assustadoras, própria para crianças. Mas o Magic Kingdom todo é um parque que não vale a pena ser visitado se você: (a) não estiver acompanhado por crianças; ou (b) não estiver disposto a voltar a ser criança por um dia. Essa é uma atração nova (inaugurada em maio de 2014), e as filas são enoooormes. Não reservei FastPass+ para ela e fiquei uma vida na fila. Se você não reservar e quiser conhecê-la, faça assim: chegue bem cedo no parque e vá correndo para lá.
  • Space Mountain: essa é a montanha-russa mais emocionante desse parque, embora ainda não possa ser considerada super radical. É fechada e, embora não atinja uma velocidade muito alta, a iluminação causa a ilusão de uma aceleração maior. Foi uma das minhas opções de FastPass+.
  • Splash Mountain: um clássico da Disney, sempre concorrido. A placa na entrada avisa que você poderá se molhar (eu saí seca, mas não sentei na primeira fila). Reservei um FastPass+ para ela, num dos primeiros horáriose, ao chegar lá, fuen-fuen-fuen… Estava em manutenção. Recebemos no aplicativo uma mensagem dizendo que poderíamos substituir por outro FastPass+ ou usar na própria atração mais tarde, e foi o que fizemos.

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    Splash Mountain – marido e eu somos os últimos do carrinho, com os braços erguidos.
  • Big Thunder Mountain: outra atração tradicional e sempre concorrida. Também é tranquila, sem loopings, mas é divertida, com gosto de infância. Reservei FastPass+ para ela com antecedência também.
  • The Haunted Mansion: fomos à Mansão Mal-Assombrada sem FastPass+. Pela manhã a fila estava curta. À tarde estava enorme. É uma atração bem legal pelos efeitos especiais. Pode ser assustadora para crianças pequenas.

Não posso opinar muito sobreoutras atrações mais infantis. Vi que a It’s a Small World  e a Peter Pan’s Flight tinham filas bem longas. Para quem vai com crianças que queriam encontrar com as princesas, pode valer a pena reservar um FastPass+ para isso. Em razão do estrondoso sucessode Frozen, o encontro com Anna e Elsa está super disputado.

Hollywood Studios

Nesse parque, as atrações são divididas em dois grupos, sendo possível selecionar uma atração do primeiro e duas do segundo.

  • Grupo 1: nesse grupo estão a ToyStory Midway Mania e a Rock ‘n’ Roller Coaster (a montanha-russa do Aerosmith). A primeira atração é infantil, mas é divertida, e as filas são sempre quilométricas. A montanha- russa, embora seja uma das três atrações mais legais do parque, e uma das melhores montanhas-russas da Disney, não tem filas tão longas. Reservei o FastPass+ para o Toy Story. Consegui ir na Rock’n’Roller três vezes! A primeira logo que chegamos ao parque, de manhã cedo. Depois de usarmos nossos três FastPasses+, reservamos um para a montanha-russa no meio da tarde. E depois que saímos do Fantasmic ela não tinha filas, e lá fomos nós de novo! ❤
  • Grupo 2: nesse grupo escolhemos o Star Tours (simulador do Star Wars) e The Twilight Zone Tower of Terror (a Torre do Terror). As duas atrações são in-crí-veis e ambas têm longas filas. Apesar disso, também conseguimos ir três vezes na Torre (a primeira ao chegar ao parque, logo depois da Rock’n’Roller, que fica ao ladinho, a segunda usando nosso FastPass+ e mais outra no final do dia).
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No elevado da Torre do Terror – a moça de regata vermelha e boné preto de braços para o ar (pra variar) sou eu.

Epcot

Nesse parque as atrações também são divididas em dois grupos.

  • Grupo 1: dentre outras atrações menos concorridas, estão nesse grupo o Soarin’ (simulador de asa-delta sobrevoando a Califórnia) e o Test Track da Chevrolet/General Motors, que simula os testes realizados pela fábrica. Eu escolhi o Soarin e valeu a pena, pois a fila estava gigantesca. Mesmo com o FastPass+ esperamos uns 15 minutos. No Test Treck pegamos a fila para Single Riders (depois falo sobre isso) e foi rapidinho.
  • Grupo 2: é possível escolher duas atrações desse grupo, que conta com a Mission Space (simulador espacial), e a Spaceship Earth, uma viagem dentro do famoso globo que é o símbolo do parque.

Animal Kingdom

  • Kilimanjaro Safaris Expedition: agendamos esse FastPass+ para o primeiro horário disponível. Aqui você faz um safari num grande veículo, e quanto mais cedo, mais fácil ver os animais, que, segundo alguns relatos na internet, se recolhem para a sombra e repouso quando o sol fica mais forte.
  • Dinosaur: uma atração bem concorrida em que você é convidado a ajudar um cientista bocó a voltar no tempo e capturar um dinossauro. Eu achei meio bobinha (questão de gosto), mas os efeitos são legais e as filas são longas.
  • Expedition Everest: absolutamente imperdível para quem curte montanha-russa. Essa e a Rock’n’Roller Coaster são as mais legais dos parques da Disney.
  • Kali River Rapids: prepare-se para se molhar. É um rafting tranquilinho, só tem uma queda e ela é bem light, mas eu saí ensopada. Tem um lugar no centro do “bote” para guardar as bolsas em segurança, mas é bom, mesmo assim, levar uma sacola para protegê-la. Os mais precavidos vão de capa-de-chuva.

O Animal Kingdom tem algumas outras atrações legais, como o filme em 3D “It’s Tough to be a Bug!” e o musical “O Rei Leão”, mas fomos sem FastPass+ sem dificuldades.

Disney FastPass+: como funciona

O FastPass+ é o seu fura-filas oficial nos parques da Disney. Comprando seu ingresso, você pode reservar até 3 FastPasses+ para cada dia, no site ou no app da Disney. A reserva pode ser feita até 30 dias antes da data em que irá a cada parque. Se você também fizer reserva num dos hotéis da Disney, o prazo de antecedência da reserva é de 60 dias.

Depois de feitas as reservas, é possível alterar o horário ou a atração (conforme disponibilidade) ou ainda cancelar o FastPass+.

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Você escolhe um horário determinado (exemplo: das 9h às 10h), e no dia chega lá e entra sem pegar fila (ou pegando uma fila bem menor que a convencional).Depois que tiver usado os 3 FastPasses+ reservados com antecedência, você pode reservar mais uma atração de cada vez, pelo aplicativo ou num totem num local específico dentro dos parques. Depois de usar esse FastPass+, pode fazer uma nova reserva e assim por diante. Ou seja: no parque não dá para reservar mais do que um FastPass+ de cada vez.

Diante disso, o mais recomendável é que você faça as 3 reservas iniciais (aquelas feitas com antecedência pela internet) para os primeiros horários que você puder, já que somente depois de usados esses 3 FastPasses+ você poderá fazer novas reservas no parque. E, óbvio, o ideal é reservar o FastPass+ para as atrações mais concorridas.

Vale observar que os FastPasses+ são limitados. Então, não se iluda pensando que você conseguirá ir a todas as atrações sem pegar fila.

Na época em que estivemos lá (início de novembro), os parques estavam bem tranquilos. Conheço pessoas que já pegaram filas razoáveis mesmo com o FastPass+. Mas aí é claro que as filas regulares estavam enormes.

Em qualquer época, usar os FastPasses com algum planejamento garante que você aproveite muito mais os parques da Disney! No próximo post, darei dicas das atrações mais concorridas em cada parque, para ajudar na escolha dos FastPasses.

Hospedagem em Orlando

Fazer escolhas nem sempre é fácil, né? Mais difícil ainda é decidir entre opções que ainda não conhecemos pessoalmente. Quando comecei a pesquisar sobre hospedagem em Orlando li relatos diversos de viajantes, muitos ressaltando as vantagens de ficar num dos hotéis do complexo da Disney (ou ainda da Universal), outros dizendo que preferem outros hotéis. Pouca gente fala da opção de alugar uma casa.

Há também várias pessoas que optam por passar alguns dias num hotel da Disney, dedicando esses dias com exclusividade aos parques da Disney (óbvio), e se mudam para outro hotel depois desse período para explorar o restante das atrações. Os hotéis da Disney são um pouco mais caros que os demais, mas a diferença compensa se você não alugar um carro enquanto se hospedar nele. A opção de combinar duas hospedagens em Orlando, para quem tem uma dificuldade enorme em fazer escolhas, pareceu a mais acertada. Reservamos 4 diárias no Disney All-Star Sports, e alugamos uma casa para o restante do tempo em Orlando.

Eu gostaria de poder fazer uma análise neutra das duas hospedagens para você poder escolher a melhor de acordo com sua própria preferência, mas não será possível. Minha escolha (sim, finalmente consegui fazer uma escolha), depois da experiência que vivemos, é clara: alugar uma casa é mais ou menos 5 milhões de vezes melhor.

Poucos dias antes da viagem (tarde demais para cancelar) soubemos de brasileiros que tiveram seu quarto revirado e todas as compras furtadas justamente no All-Star Sports. Em razão disso, a fim de nos precaver, desistimos de fazer compras pela internet para entregar no hotel e adotamos mais algumas medidas de segurança durante a estadia: livramo-nos de sacolas e embalagens bem longe do hotel, deixamos todas as coisas fechadas dentro das malas (com cadeados) e dispensamos o serviço de quarto deixando a plaquinha de “não perturbe” na porta todos os dias.

O hotel em si é BEM simples. O quarto era tão tristonho que não me animei nem a tirar fotos… Duas camas de casal (tamanho padrão, e não queen), piso com carpete, móveis e decoração antiga. É tudo com o tema Disney, claro, mas com cara de comprado na Casa China. A cama, apesar de pequena para um casal, era confortável, e o chuveiro é bom. As toalhas são ridiculamente pequenas, além de velhas e puídas. As paredes entre os quartos são do tipo drywall. Você escuta TUDO que acontece nos quartos vizinhos. Ao lado do nosso havia um bebê que gritava a noite toda. Para completar, meu marido viu uma barata no nosso quarto. A foto abaixo é do TripAdvisor. Nosso quarto era idêntico a esse:

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A foto não é minha, peguei no TripAdvisor. Nosso quarto era idêntico a esse.

O café-da-manhã não está incluso na diária. Na food court (praça de alimentação), você escolhe o que quer comer e compra item por item. Exemplo: um bagel, um potinho (porção) de cream cheese, um iogurte, uma granola. Tem também ovo mexido, bacon, linguiça, aquelas coisas bem leves e saudáveis para começar bem o dia (not). E é tudo caro. Tem uma grande piscina, que não chegamos a usar, já que passamos os dias inteiros nos parques.

No quesito segurança, o hotel também deixa a desejar. Como muitos hotéis nos EUA, esse também é formado por múltiplos prédios. Não é preciso passar pela recepção para acessá-los. Poucos funcionários são vistos circulando o hotel, então é bem fácil alguém de fora entrar lá e até arrombar algum dos apartamentos.

É tudo ruim? Claro que não, vamos às vantagens:

– O fast pass, que permite que você escolha até 3 atrações nos parques da Disney com antecedência, não precisando enfrentar fila quando chegar lá, pode ser reservado pela internet com 30 dias de antecedência. Quem fez reserva num dos hotéis da Disney, a reserva do fast pass pode ser feita com 60 dias de antecedência, o que significa que há chances maiores de pegar os melhores horários.

– Os hotéis da Disney oferecem transporte gratuito para os hóspedes para todos os parques do complexo, e também para Downtown Disney (um centro de restaurantes, compras e entretenimento). São ônibus confortáveis, com ar condicionado, disponíveis o dia todo, que deixam você na porta do parque. Além disso, por não estar de carro, você economiza os US$ 20 diários no estacionamento dos parques.

– Quem está hospedado nos hotéis da Disney tem direito a aproveitar as extra magical hours: em determinados dias (é preciso consultar o calendário do parque na época que você for), os parques podem abrir uma hora mais cedo ou fechar uma ou duas horas mais tarde. Na prática, nós não aproveitamos as extra magical hours nenhum dia. Não conseguimos acordar tão cedo para tomar café e chegar ao parque antes do horário de abertura, e no final do dia estávamos exaustos demais para ficar mais duas horas.

– O estacionamento do hotel é gratuito. Nós só usamos na primeira noite, pois, como disse, optamos por ficar sem carro no período em que nos hospedamos no All-Star Sports. Fomos de Miami a Orlando de carro e o devolvemos na manhã seguinte no Disney Car-Care da Álamo. De lá para o parque (no dia fomos para o Magic Kingdom) usamos um shutter que a própria Álamo oferece.

Vale frisar que o complexo Disney oferece hotéis de diferentes categorias, e esse que ficamos faz parte da Econômica. As diárias custam US$85 (esse preço não inclui os impostos e taxas). Veja a seguir as tarifas atuais conforme a categoria (do site da Disney em 08/12/2014):

Aproveitamos o período hospedados nesse hotel para conhecermos, nessa ordem: o Magic Kingdom, o Disney’s Hollywood Studios, o Epcot e o Animal Kingdom. No último dia, pegamos um táxi para o Disney Car-Care (a Álamo oferece um shuttle que busca o cliente no hotel, mas o horário seria ruim para nós). Pagamos algo em torno de US$ 12. Já fomos para o Animal Kingdom com o carro que alugamos. Escolhemos um que comportava toda nossa bagagem no porta-malas, então não precisamos deixar nada nos bancos.

Depois do parque seguimos para o que foi nosso lar no restante da estadia em Orlando. E isso sim se parece com um lar:

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Alugamos essa casa pelo site VRBO. Com 3 quartos, dois banheiros com ducha e banheira, um lavabo, ela comporta até 8 hóspedes. A cozinha é 100% equipada (eletros, louça, talheres, panelas…), tem máquina de lavar e secar roupa, armários em todos os quartos, TV na sala e em dois dos quartos. Inclui roupa de cama e banho, cobertores, travesseiros. Está localizada num condomínio fechado com estacionamento, lago, parquinho, quadra de esportes e piscina (que nem chegamos a ver). O acesso tanto ao portão do condomínio quando à porta da casa é por código. Vários pássaros e esquilos nas árvores em volta da casa completam o ar bucólico. Os parques da Disney ficam a 4 milhas. Mais perto tem outlets, restaurantes, farmácias, tudo que precisamos.

Algumas fotos da casa:

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Faceira com nosso Cadillac em frente à casa em Kissimmee, Orlando
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Sala de jantar e sala de estar ao fundo. O janelão tem vista para o lago.
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A cozinha com fogão, forno elétrico e micro-ondas, geladeira e freezer, máquina de lavar louça, pia com triturador, torradeira, além de louças, talheres, panelas.

 

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O lago visto da nossa casa.

O valor da diária varia conforme a época, mas mesmo na época mais cara custa menos que o hotel econômico da Disney, já incluídos os impostos e taxa de limpeza. Comprávamos comida na Walgreens ou na CVS (farmácias que vendem tudo que se pode imaginar) e preparávamos nosso café da manhã e lanches para levar para os parques em casa mesmo. A única coisa que a casa deixa a desejar é que quando você chega não tem um detergente para lavar a louça, sabão para a roupa, shampoo, nada disso. Mas havia detergente para lavar a louça na máquina. O sabão compramos na primeira oportunidade, e lavamos toda a roupa que precisávamos antes de voltar para Miami.

Gostaríamos de ter levado a família toda para aproveitar essa casona com a gente! Quem sabe na próxima?

É claro que existem opções muito mais baratas. Escolhemos essa por estar numa faixa de preço dentro do nosso orçamento e oferecer o conforto que queríamos, além de estar bem localizada. Pagamos tudo com antecedência. Os proprietários pedem um depósito de caução, que devolvem alguns dias depois, desde que nada tenha sido quebrado na casa.

Depois de experimentar esses dois modelos de hospedagem por preços bem similares, temos certeza: hotel nunca mais.

Férias em Miami e Orlando

Há alguns meses, meu marido e eu decidimos tirar férias em novembro, e começamos a pensar no local para onde poderíamos viajar – para nós, férias e viagem são sinônimos. Verificando a quantidade de pontos disponíveis em nossos programas de milhagem, vimos que poderíamos ir a Miami.

Confesso que sempre tive um pouco de preconceito com essa cidade. Pelos comentários da maior parte das pessoas que conheço e que vão para lá com certa freqüência, parecia-me um local quase que exclusivamente dedicado a compras. Assim como meu marido, eu sempre tenho a sensação de que, se passamos um dia fazendo compras numa viagem, jogamos fora o tempo que poderíamos ter usado para explorar um lugar novo, então uma viagem voltada a compras realmente não é uma ideia que nos atrai.

De qualquer maneira, era um lugar novo para conhecer, e decidimos aproveitar a oportunidade para ir também a Orlando, para realizar aquele sonho de infância de ir para a Disney. Além dos parques da Universal. Existem outras opções de parques por lá, mas eles não me interessam – outra hora explico o motivo.

Retirando do roteiro os dias de chegada e partida, tínhamos 14 dias por lá. Devem ser descontados também os períodos de deslocamento entre Miami e Orlando (em torno de 4 horas), mas nesses dias ainda aproveitamos alguma coisa.

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Wishes Nighttime Spectacular, espetáculo de fogos de artifício no Magic Kingdom da Disney, Orlando

Atendendo às dicas da maior parte das pessoas com quem conversamos antes da viagem, dedicamos a maior parte dos nossos dias a Orlando. Realmente, para fazer tudo que fizemos e conhecer tudo que conhecemos em Orlando, menos tempo do que ficamos seria muito pouco. Mas a surpresa foi em relação a Miami e Miami Beach. Com as expectativas baixas que eu tinha, já descritas anteriormente, minha surpresa não poderia ter sido maior e melhor. Lamento muito pelas pessoas que acham que Miami é só um grande outlet.

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Miami South Beach

Marido e eu concordamos em voltar um dia a Orlando com as crianças – quando elas existirem e tiverem idade para curtir os parques. Mas de Miami saímos com uma sensação de que havia ainda muito mais a aproveitar. Sei que, pelo nosso perfil, é difícil voltarmos a um lugar que já visitamos, quando existe ainda o resto do mundo para conhecer. Contudo, sabendo que promoções para esse destino são frequentes, não descarto a possibilidade de irmos lá para fazer o que não tivemos tempo dessa vez.

Vou começar a organizar as fotografias que fiz na viagem (mais de 1.200, creiam se puderem) para contar direitinho como foi e dar algumas dicas para quem se interessar.