Atualização sobre o Projeto 365 dias

Sem título

O Projeto 365 dias continua movimentando meus dias, tanto quanto possível! Mas a verdade é que nem todos os momentos felizes – especialmente quando nos dedicamos a valorizar mesmo as pequenas alegrias – rendem um texto para o blog. Muitas vezes uma fotografia basta para registrá-los.

Então, a partir de hoje, os momentos felizes continuam sendo marcados diariamente no Instagram, e ajustei a conta para que as atualizações sejam compartilhadas também na nossa página do Facebook. Alguns eventos mais interessantes ainda serão lançados aqui como texto, quando houver mais informações a serem passadas ou quando deles render uma inspiração que mereça destaque! 🙂

Assim, sobra tempo para escrever mais sobre a vida – esse tema inesgotável que é digno de constante atenção.

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Projeto 365 dias: dia 22 – Encontro com as amigas

Uma grande amiga está prestes a realizar o sonho de botar o pé na estrada, com destino não muito definido. No processo, está se desfazendo da maior parte de seus bens materiais. Ontem nos reunimos – eu e outras amigas amadas – na casa da Mô para fazer comprinhas no bazar e, assim, participar do projeto Help Mô TO GO!

Naturalmente, qualquer ocasião em que nos reunimos já é uma festa. E amigas queridas merecem mais que uma simples festa de despedida, então faremos várias. 🙂

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Lots of love!

Projeto 365 dias: dia 21 – Nova opção de almoço próximo da Reitoria

É atribuída a Theodore Roosevelt a frase que diz “faça o que puder, com o que você tem, onde você estiver”. Não sei se foi mesmo Teddy quem disse isso, mas gosto muito da frase. E a experiência diferente de hoje foi uma demonstração prática disso.

Sabe o bar Roxinho, perto da Reitoria? Morreu. Ou, pelo menos, transformou-se em outra coisa. Notei há alguns dias que colocaram uma placa nova: Sushi Brasil. Hoje resolvi ir lá na hora do almoço e conferir a novidade.

O buffet por quilo oferece algumas opções de saladas, arroz, feijão, farofa, macarrão e, numa mesa apartada, yakisoba, ceviche e sushi. Eu não sei conciliar feijão com sushi, então passei da salada direto para o a última mesa.

Não gostei do tempero do ceviche, mas o restante estava bem gostoso e o preço me surpreendeu. Meu prato, bem servido, custou R$ 10,80.

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A decoração e mesmo o atendimento não tenho como avaliar no momento. Está tudo num clima meio improvisado, no meio da reforma, e até as comandas onde é anotado o consumo do freguês ainda são do falecido bar.

E foi então que me lembrei da frase com que abri o texto. Achei interessante essa decisão de tocar o novo empreendimento imediatamente, usando a estrutura que está disponível ali. Sendo uma boa opção de almoço numa região relativamente carente, por um preço competitivo, acredito que eles podem conquistar a clientela usando o que mais interessa num restaurante: a comida.

Certamente voltarei nos próximos dias para acompanhar a evolução. Espero que os planos para o local incluam uma melhorada na decoração, tornando o ambiente mais charmoso, e que as modificações sejam feitas com a maior brevidade possível – por mais que o custo-benefício do restaurante seja muito bom, ninguém quer comer num canteiro de obras, né?

Projeto 365 dias: dia 20 – Meditação

Saí do trabalho, fui para minha aula de Yoga e, depois dela, fiquei para a meditação. A prática, que acontece às terças-feiras, por volta das 19h40, é gratuita na Savitri, minha escola de Yoga.

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Os benefícios da meditação, que vão muito além do relaxamento, não são novidade nenhuma: ela faz parte de culturas milenares. Mas, se você é do tipo que precisa de comprovação da ciência ocidental para crer, não tem problema. Veja a seguir alguns dos benefícios descobertos por pesquisadores:

1. Redução do estresse

Uma pessoa meditando consome seis vezes menos oxigênio do que quando está dormindo, por isso meditar descansa mais do que dormir. A prática diária da meditação também diminui os índices de adrenalina e cortisol, hormônios associados a distúrbios como ansiedade, estresse, déficit de atenção e hiperatividade. E aumenta a produção de endorfinas, ligadas à sensação de felicidade. Além disso, reduz a atividade da amígdala, região do cérebro responsável por regular as emoções, diminuindo a ansiedade. Estudos revelaram significativa melhora no quadro de pacientes com sintomas de estresse pós-traumático.
2. Melhoria do sistema cardiovascular
Estudos comprovaram que meditar duas vezes por dia diminuiu a massa do ventrículo esquerdo menor em adolescentes americanos hipertensos, reduzindo os riscos de desenvolver doenças cardíacas e vasculares; e diminuiu o acúmulo de gordura nas artérias de pessoas com pressão alta. A Associação Americana do Coração descobriu ainda que um grupo de pacientes, que praticou meditaçao sem regularidade definida, teve as chances de infartos reduzidas em 47%.
3. Insônia e distúrbios mentais
Técnicas de relaxamento profundo, colocadas em prática durante o dia, podem melhorar a quantidade e a qualidade do sono. A meditação também funciona para atacar a causa da depressão. Medições dos axônios de pessoas que começaram a meditar revelaram, ainda, que a prática funciona como um exercício para a mente, aumentando a capacidade de realizar conexões cerebrais e diminuindo os riscos de sofrer distúrbios mentais, de depressão a esquizofrenia.
4. Alívio da dor
Testes demonstraram que o hábito de meditar aumenta a resitência à dor. Pessoas que meditam precisam menos de analgésicos.
5. Reforço do sistema imunológico
A meditação aumenta a produção de anticorpos e intensifica a ação da enzima telomerase, razão pela qual a Associação Americana de Urologia declarou que a meditação é recomendada para ajudar a conter o câncer de próstata. Um teste demonstrou sua eficácia também para ajudar a lidar com o câncer de mama, aumentando a resistência às dores provocadas pela quimioterapia e melhorando a reação física à doença.
6. Melhoria na concentração
Alunos que meditam são mais tranquilos, mais focados e têm maior capacidade de apreender informações. Scanners de cérebro comprovaram que as áreas do cérebro responsáveis pela memória e pela atenção chegam a ficar mais densas quando se medita. Pessoas que mediram com frequência ao longo de vários anos também demoram mais para sofrer a redução destas áreas, em especial o córtex frontal.
Saiba mais: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/meditacao-ganha-enfim-aval-cientifico

Projeto 365 dias: dia 19 – Pequenas grandes coisas

Quando decidimos morar juntos, meu marido e eu compramos uma casinha simples, numa região bem afastada do centro de Curitiba – onde nós dois trabalhávamos. Era a opção que cabia no nosso bolso.

Durante quase cinco anos, tivemos que dirigir no mínimo 40 km por dia, para ir ao trabalho e voltar. Não havia comércio perto de casa que ficasse aberto até tarde, e só umas duas pizzarias tinham serviço de entrega na região. O transporte público era péssimo, com poucos ônibus, que faziam um percurso longuíssimo e demorado. Quando queríamos sair à noite, fazer um curso ou praticar alguma atividade física, era necessário planejar com antecedência, levar roupas, ir direto do trabalho, e chegar bem tarde em casa. Não havia condições de ir para casa, tomar um banho e depois sair de novo.

Em julho de 2014, mudamo-nos para um apartamento no centro de Curitiba, a quatro quadras do meu trabalho. Podemos dormir até mais tarde, temos diversas opções de lazer, delivery de culinárias variadas, vamos a pé para muitos lugares, eu pude vender meu carro. Nossa qualidade de vida aumentou significativamente.

O interessante é que, embora não tenhamos saudades de viver na nossa casinha, nem pensemos em voltar a morar nela, a vida lá nunca foi um sofrimento para nós. Nem mesmo o fato de eu ter me envolvido em dois acidentes graves na BR que pegava todos os dias foi motivo de trauma para mim. Foi triste e assustador, é claro, mas meu espírito – e o do meu marido também – é dotado de uma capacidade de regeneração muito grande.

À noite, depois do trabalho e de todas as demais atividades, chegávamos ao nosso lar cansados, porém felizes. Olhávamos à nossa volta e, mesmo com o pensamento voltado ao que ainda tínhamos para conquistar, nosso coração se alegrava com o que já era nosso. Nosso espaço, nosso cantinho, nosso conforto. Da nossa janela, não era possível ver muito longe, mas apreciávamos as flores brotando no jardim, as cores no pedaço de céu que era nosso.

No novo lar, descobrimos outras alegrias. Temos uma gata, que materializa tudo que eu sempre sonhei num animal de estimação: é companheira, carinhosa, adora colo (estou me virando para digitar com ela deitada sobre mim agora), dorminhoca. Temos mais espaço para receber os amigos, e estamos mais próximos deles também.

E uma coisa incrível que ganhamos foi a vista. É incrível a sensação de paz que enxergar o horizonte proporciona. De vez em quando, ao acordar, fico alguns minutos na janela observando o mundo, antes de decidir o que vou vestir. Hoje fiz isso ao chegar do trabalho. É quase uma forma de meditação.

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Ser feliz, muitas vezes, não exige mais do que isso: valorizar a vida que se leva. E isso não significa dar às coisas – boas ou ruins – importância maior do que elas têm. Não significa se apegar excessivamente. Hoje estou aqui, amanhã já não sei. Mas enquanto estiver, quero apreciar cada minuto que eu puder.

Projeto 365 dias: dia 18 – Artesanilo Café Bistrô

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Localizado numa casa charmosa no bairro Bom Retiro, o Artesanilo oferece três diferentes ambientes: o café, uma sala aconchegante e o deck com vista para o quintal, com árvores frutíferas e uma pequena horta. A proposta do bistrô, cujo cardápio é renovado a cada seis meses, é servir refeições preparadas de forma artesanal com ingredientes de procedência garantida.

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Marido e eu pedimos a sugestão do chef: tilápia grelhada com cogumelos, alcaparras e purê de mandioquinha. Como todos os pratos, ele foi precedido de uma entrada. Escolhemos a salada de folhas verdes.

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Salada de folhas verdes e frutas

 

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Tilápia grelhada com cogumelos, alcaparras e purê de mandioquinha (batata-salsa)

 

A comida estava deliciosa e o atendimento foi primoroso. Um lugar para voltar!

Projeto 365 dias: dia 17 – Stand up paddle no Passaúna

Curitiba não tem praia, então é nos parques que a gente se diverte. Hoje pela manhã fomos ao Passaúna, um dos mais lindos da cidade. Inaugurado em 1991, foi criado com a finalidade de preservar a qualidade da água da represa do Rio Passaúna, considerada como interesse de proteção ambiental desde 1980 e responsável por parte do abastecimento de água para a população curitibana.

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Entrada do parque e estacionamento à beira do lago.
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Bichinho estranho passeando no corrimão da escada que leva ao mirante, e cães simpáticos que recepcionam com animação quem chega ao parque.

O mirante, localizado no alto de um morro à beira da represa, a 60 metros do nível do lago, eleva-se acima das copas das árvores, propiciando uma visão privilegiada da linda paisagem. De lá é possível avistar as chaminés das antigas olarias Alberto Klemtz, Isfer, Baggio e Santa Rosa, que ficaram submersas com a criação da represa.


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Junto ao lago e em meio ao bosque, há uma trilha ecológica com 3,5 km de extensão. A fauna da região, protegida por decreto como APA (Área de Proteção Ambiental) é rica e variada, com muitas espécies de animais. O Parque possui ainda uma Estação Biológica, ancoradouro de barcos, parque infantil, pontes de madeira e churrasqueiras.

Para melhorar, desde 2012 as represas paranaenses estão liberadas para a prática de esportes náuticos com embarcações que não utilizem motor de propulsão combustível. Dentre as atividades que podem ser realizadas na represa do Passaúna, está o Stand Up Paddle. É possível alugar no local a prancha e o remo, custa R$ 50,00 por uma hora. O lugar também oferece banheiros e vende bebidas e picolés.

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Gondoleira da represa

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Não há muita sinalização no caminho para o parque, então o ideal é usar o GPS para chegar lá. É preciso ir até a Avenida Eduardo Sprada, por dentro da cidade ou pelo Contorno Sul, e seguir no sentido do bairro Augusta.

Projeto 365 dias: dia 16 – Pequenos prazeres

Hoje, depois de umas semaninhas de férias da minha querida massoterapeuta, voltei às minhas massagens semanais, dando tchau àquela dorzinha chata na cervical. Depois, uma breve caminhada para aproveitar o final de tarde que se estende longamente nesse horário de verão.

À noite decidi ficar em casa. Sou apaixonada por séries de TV, e geralmente quando gosto de uma vejo todos os episódios o mais rápido possível, e marido não consegue me acompanhar. Então de vez em quando escolhemos séries que combinamos de ver juntos. A da vez é Vikings.

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Para completar, aproveitei para fazer minhas unhas – o dinheirinho economizado pode ser usado em algum programa divertido! 😀

 

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Bora dormir que o sábado promete!

Projeto 365 dias: dia 15 – Jazz no Paço com Michele Mara

O 15º dia do Projeto foi registrado no Instagram, mas não aqui, por motivos de – esqueci e fui dormir. Sim, estou no Insta também, tá ali do ladinho ó, me segue. =>

Como já havia comentado antes, está rolando por essas paragens a 33ª Oficina de Música de Curitiba. Ontem teve Jazz no Café do Paço, com Michele Mara interpretando Aretha Franklin. Começou às 18h, horário em que saí do escritório e fui correndo para lá. O Café ficou super lotado, todo mundo em pé, cantando junto. Colocaram uma caixa de som voltada para fora e o pessoal que não conseguiu entrar ou que estava morrendo de calor – como eu – se espalhou pela praça enquanto curtia o som ao vivo. Foi muito legal!

Vale a pena conferir a programação, que vai até o dia 28/01, e aproveitar os eventos. Muitos deles são gratuitos, outros com ingressos a preços módicos. E é bom chegar cedo porque lota e, como vi na quarta-feira, os ingressos esgotam cedo!

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Michele Mara interpreta Aretha Franklin no Café do Paço

 

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Paço da Liberdade

 

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Não cabia mais gente dentro do Café, mas o povo se espalhou pela praça para curtir o som ao final da tarde.

 

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Estacionamento gratuito. 🙂

 

Projeto 365 dias: dia 14 – Museu do Expedicionário

Hoje aproveitei meu horário de almoço para conhecer o Museu do Expedicionário, um dos mais completos museus temáticos brasileiros sobre a segunda guerra mundial do Brasil. Tenho duas dicas, para começar: primeira, não vá num curto horário de almoço; segunda, não vá num dia de calor intenso. Isso porque o museu tem um acervo enorme de documentos, fotografias, mapas, ilustrações, recortes de jornais da época, medalhas, uniformes, equipamentos, armas, munições e objetos que foram utilizados pela Força Expedicionária Brasileira (FEB), Força Aérea Brasileira (FAB) e pela Marinha de Guerra do Brasil. O que o museu não tem é ar condicionado (pretendo voltar num dia mais fresco com tempo suficiente para explorar com calma o acervo).

A casa onde fica o museu, projeto do engenheiro Euro Brandão, foi construída após o fim da Segunda Guerra Mundial, pelo esforço dos expedicionários paranaenses, através da promoção de festas, rifas e doações. Inaugurada em 1951, a sede tinha como objetivo prestar assistência médica, odontológica, social, jurídica e previdenciária para os ex-combatentes e seus familiares. Tornou-se também um local para eventos sociais, culturais, educacionais e recreativos.

A Legião Paranaense do Expedicionário ajudava também na compra de medicamentos, já que muitos voltaram da guerra mutilados ou com tuberculose e não tinham condições de arcar com esse custo. Ainda buscava recolocar no mercado os desempregados e chegava até a emprestar dinheiro. O objetivo era amparar os expedicionários e, em retribuição, após recuperados, que começassem a colaborar com a LPE.

Com o passar do tempo, os serviços assistenciais deixaram de ser necessários, o museu foi ampliado e em 29 de julho de 1980 sua administração e conservação passaram a ser de responsabilidade da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná.

Na Praça do Expedicionário (popularmente conhecida como “Praça do avião”, local onde fica o museu, estão expostos um tanque de guerra, um avião Thunderbolt e outros equipamentos de guerra utilizados no conflito mundial.

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O P-47 Thunderbolt exposto na Praça do Expedicionário é uma rara relíquia preservada que foi originalmente empregada pelo 1° Grupo de Caça na Itália. Informações sobre a aeronave: Bombas: são originais e vieram para Curitiba armadas (atualmente desativadas); Metralhadoras: réplicas das originais; Canopy: réplica, o original foi destruído por vandalismo na década de noventa; Cockpit: após o vandalismo do canopy, o cockpit foi retirado e transferido para o interior do museu; Lançadores de foguete: réplicas dos originais; Trem de pouso: foi retirado para aliviar a estrutura elevada; Pintura: refeita bianualmente.

 

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Ao lado das três bandeiras, um majestoso pinheiro, símbolo do Paraná.

 

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Um canhão, um tanque, uma âncora, um torpedo e um avião representam a presença das Forças Armadas no conflito mundial (Exército, Marinha e Aeronáutica).

 

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Na frente dos três mastros das bandeiras há uma lápide que registra os nomes dos vinte e oito veteranos paranaenses mortos em combate, uma homenagem da LPE (Legião Paranaense do Expedicionário).

 

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Uma escultura em pedra sabão no alto do prédio do museu representa uma patrulha da infantaria em ação.

 

2015/01/img_2392.jpgNão é permitido fotografar ou filmar o interior do museu.

Museu do Expedicionário

Rua Comendador Macedo, 655 (Praça do Expedicionário) – Alto da XV

CEP 80060-180 | Curitiba | Paraná | Brasil

Telefones: (41) 3362 8231 | 3263 4067

E-mail: mexp@seec.pr.gov.br

Horário de visitação

De terça a sexta-feira, das 10h às 12h e das 13h às 17h

Sábado e domingo, das 13h às 17h

Entrada gratuita